sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Criando a História

POR ELWOOD MCQUAID
Vivemos em uma cultura que permite que vigaristas exerçam sua enganação impiedosa sobre pessoas desinformadas, confiantes e bem intencionadas.
O mundo se torna suscetível a mentiras quando fica mais enamorado com prazeres e distrações do que com o estudo sério dos fatos.

As artimanhas têm existido desde sempre, mas agora a mentira atingiu novos patamares. Mesmo os mais indecentes prevaricadores dos séculos passados não tomaram a iniciativa de alterar a história do povo judeu, sua ligação com a Terra Santa, ou sua fidelidade à cidade de Jerusalém.
Tudo isso mudou quando Yasser Arafat, o falecido líder palestino, instituiu uma estratégia de criar uma nova "verdade". Sua primeira asserção foi vista como digna de riso: Jesus, disse ele, foi, de fato, um palestino que lutava pela liberdade, batalhando contra os romanos da mesma forma que Arafat e sua laia estavam lutando contra os judeus "ilegais" que ocupam a chamada terra árabe de Israel.
Sua declaração bizarra de reivindicação anterior e do roubo praticado por Israel começaram uma nova tendência sobre como trazer uma solução final para a presença judaica no Oriente Médio. Assim como o propagandista nazista Joseph Goebbels, Arafat astuciosamente plantou mentiras que finalmente produziram uma farta colheita de "fatos" fictícios. Essas mentiras mascaradas como verdades não apenas têm subvertido a história verdadeira, mas têm vagarosamente criminalizado o Estado de Israel.
O plano de Arafat, na verdade, não tinha nada a ver com os fatos. Tudo dizia respeito a mudar as percepções. Considerando que pouquíssimas pessoas no Ocidente sabem a verdadeira história do Oriente Médio, a fantasia poderia muito bem passar por fato e, a seu devido tempo, mudar inteiramente o jogo.
Mudar as percepções sobre ele mesmo e sobre os palestinos foi algo que Arafat provou saber fazer extremamente bem. Sendo um dos maiores terroristas do mundo, ele orquestrou atividades terroristas contra Israel a partir de todas as partes do mundo, inclusive o seqüestro do navio de cruzeiro Achille Lauro, no dia 7 de outubro de 1985. Para o horror de todos, os palestinos subiram a bordo do navio e mataram o passageiro judeu Leon Klinghoffer, que estava sentado indefeso em sua cadeira de rodas. Depois, eles lançaram o seu corpo ao mar. Menos de dez anos mais tarde, Arafat ganhava o Prêmio Nobel da Paz.
Assombrosamente, o absurdo se tornou a norma em muitos círculos; e é a base lógica para se desalojar os israelenses e reconfigurar o Estado judeu em um feudo palestino. Quem teria acreditado que viria o dia em que a argumentação de que o povo judeu nunca existiu como presença no Oriente Médio seria tomada seriamente? Ou de que não havia nenhuma evidência física de que os templos judeus existiram no monte Moriá em Jerusalém?
Quem teria imaginado que alguém acreditaria que os judeus refugiados, que chegaram ao país depois da Segunda Guerra Mundial, eram invasores fugindo de um Holocausto que nunca existiu? E quem teria sonhado em defender a noção de que o povo judeu tramou a idéia do Holocausto para ludibriar o mundo e angariar simpatias para si mesmo?
Vivemos em uma cultura que permite que vigaristas exerçam sua enganação impiedosa sobre pessoas desinformadas, confiantes e bem intencionadas. Anualmente, fraudes e promessas mesquinhas de enormes recompensas enganam milhões e roubam deles suas economias ganhas a duro custo. Todavia, nenhum charlatão pode se igualar ao que tem sido praticado pelos inimigos de Israel. Eles odeiam o Estado judeu e farão qualquer coisa para causar sua destruição.
O sucesso deles é o resultado direto do fracasso da sociedade em propagar os fatos e em confrontar as mentiras com a inatacável verdade. O padrão que precisamos seguir está exposto em Deuteronômio 6.6-7:
 "Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar".
O antídoto para o erro é a verdade. E não existe campo de batalha na terra que esteja mais em risco. O mundo se torna suscetível a mentiras quando fica mais enamorado com prazeres e distrações do que com o estudo sério dos fatos.
Por esta razão, estamos tentando colocar as coisas em ordem -- bíblica e historicamente -- a fim de ajudar a esclarecer a verdade sobre Israel.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Arafat foi mesmo envenenado? Ou: o que as emissoras árabes informam e a Globo não? Arafat tinha AIDS e os médicos franceses e seu médico pessoal afirmam que esta foi a causa de sua morte (videos)


De acordo com a propaganda árabe, Yasser Arafat, o líder "palestino" que nasceu, viveu e estudou no Egito -- além de ter servido o exército do país -- foi vítima de um envenenamento encomendado pelo governo israelense.

Já de acordo com seu médico pessoal, Ashraf al-Kurdi, ele morreu devido a complicações causadas pelo vírus da AIDS. O mesmo foi dito por Ahmed Jibril, seu companheiro, fundador e líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina -- que disse apenas estar repetindo o que foi dito pelos médicos franceses que cuidaram de Arafat até sua morte.

"Então foi Israel quem contaminou Arafat com AIDS".
Não se levarmos em conta o que escreveu o tenente-general Ion Pacepa, vice-chefe do serviço de inteligência da Romênia sob ditador comunista Nicolae Ceausescu, e então aliado de Arafat. Em seu livro de memórias ("Red Horizons"), Pacepa relata uma conversa que teve em 1978 com Constantin Munteaunu, um general designado para ensinar a Arafat e a OLP técnicas para enganar os países do ocidente a fim de que estes reconhecessem sua organização terrorista.
"Eu acabei de ligar para o centro de monitoramento de microfones para falar sobre o 'Fedayee' (nome de guerra de Arafat)", explicou Munteuaunu.
"Após a reunião com o camarada ele foi diretamente para a casa de hóspedes para jantar. E naquele mesmo momento o "Fedayee" estava em seu quarto fazendo amor com seu guarda-costas. Aquele que eu sabia ser seu mais novo amante. Ele está brincando de tigre de novo. O oficial [que estava] monitorando os microfones me conectou ao vivo e diretamente com o quarto dele, e seus urros quase estouraram meus tímpanos. Arafat estava rugindo como um tigre e seu amante gritando como uma hiena."

Relato de Ahmed Jibril na TV al-Manar (do Hizballah, Líbano):

Tradução:
Quando Mahmud Abbas (presidente da Autoridade Palestina) veio a Damascus eu perguntei "o que foi descoberto na investigação médica sobre a morte do irmão Abu Amar [Arafat]?" E uma das pessoas do grupo disse: "Os franceses nos deram o relatório médico e a causa da morte de Arafat foi AIDS" 

Ashraf al-Kurdi, médico pessoal de Arafat:


Tradução:
"Eu pedi para falar com um dos médicos franceses. Eu queria ouvir de suas bocas sobre a sua [de Arafat] condição de saúde, mas eles não me responderam. Quando o presidente Yasser Arafat morreu, eles me mandaram um e-mail/notificação e, de acordo com ela, o presidente Arafat estava hospitalizado lá e seus exames de sangue mostravam que ele sofria com o vírus da AIDS "

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

جمعية إسرائيلية تقدم مساعدات سرية للاجئين سوريين في الأردن


غزة - دنيا الوطن
بثت قناة اسرائيلية تقريراً الجمعة عن المساعدات السرية التي تقدمها الجمعيات الاسرائيلية للاجئين السوريين في الاردن.


ويقول "داني كوشمالرو" في البرنامج التلفزيوني"ان بشار الاسد يذبح السوريين والعالم صامت، وهناك احتجاج ضعيف لكن غير جدي، وان حزب الله وايران هم من يساهمون في الحرب فعلياً، والدول العربية تقدم التعازي، وروسيا والصين تشوهان سمعة الدبلوماسية، لكن الدور الامثل فهو للاسرائيليين، لانهم يقطعون الحدود لتقديم المساعدة للاجئين السوريين الذين هربوا مجردين من كل شي، ويخاطرون بحياتهم دون كلمة شكرا"، وفق قوله .



وانضمت المصورة "حنان شرويتمان" ومقدم البرنامج "داني كوشمالرو" للوفد الاسرائيلي الذي ذهب الى الاردن بمهمة سرية لتقديم المساعدة للاجئين السوريين على حد تعبيرهم .



قاد هذه العملية مسؤولة الوفد "ليئات"، واشترطت على مقدم البرنامج عدم اظهار وجهها او حتى البلد المتوجهين اليه او اسم الجمعية التابعة اليها الوفد .



الوفد القادم من اسرائيل ومن امريكا الجنوبية، جميعهم من اليهود، ودخلو الاردن بطريقة سرية وبوثائق مزورة، على انهم سياح وانتهكوا سيادة الوطن بتدخلهم بشؤون اللاجئين على الاراضي الاردنية .



والجدير بالذكر، أن طبيعة المنطقة الجغرافية واللوحات الارشادية لاسماء المناطق وظهور علم الاردن، تكشف ان البلد هو الاردن، الذي رفضت مسؤولة الوفد التعريف به.



وتقول "ليئات": "ان الوفد يهدف لتقديم المساعدة للاجئين السوريين الذين لا يحملون اوراق ثبوتية، وتقدر عدد اللاجئين الذين يدخون الاردن من 60-90 عائلة يومياً ويتم التحقيق معهم من قبل الجيش" وفق قولها.



كما تنكرت "لئيات" والوفد المرافق بزي اردني لكي لا يلفتون الانتباه.



وعند دخولهم (أي الوفد) لزيارة اول عائلة سورية من حمص قام الوفد الاسرائيلي بسد الطريق المؤدي اليهم بوضع احد السياراتهم بشكل مائل وتفريغ المؤن من الشاحنة .



ويستغل هذا الوفد حاجة اللاجئين السوريين وفقر العائلات الاردنية بتقديم المعونات البسيطة لهم، للتطبيع لاسرائيل وتحسين صورتها سيئة السمعة لدى العرب عموماً ومنطقة بلاد الشام بشكل خاص.



واستنكر نشطاء اردنيين التصرف الذي قام به الوفد الاسرائيلي، وطالبوا الحكومة بالتحقيق بالقضية، وتشديد الرقابة على دخول الاسرائيليين الى الاردن بقصد السياحة او غيرها لان في ذلك انتهاك للسيادة الاردنية، وتطبيع مع اسرائيل والترويج للوطن البديل بشكل تدريجي وفق قولهم.



كما طالبوا من الجهات الرسمية المعنية التوضيح برد على ما قام به الوفد الاسرائيلي.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Egito bloqueia Gaza: onde estão as flotilhas?


O Hamas finalmente admitiu que são os egípcios, e não Israel, que transformaram a Faixa de Gaza em uma "grande prisão". 
Ghazi Hamad, um oficial sênior do ministério do Exterior controlado pelo Hamas, foi citado esta semana [1] como tendo dito que a Faixa de Gaza se transformou em uma "grande prisão em conseqüência do contínuo fechamento da fronteira de Rafah pelas autoridades egípcias, desde o dia 30 de junho". 
Hamad disse que, desde então, o número de viajantes palestinos no terminal de Rafah caiu de 1.200 para 200 por dia. 
Mas esta não é uma história que tenha encontrado seu caminho até às páginas dos mais importantes jornais no Ocidente, porque nela de Israel não está "implicado" de modo nenhum.
Para piorar as coisas, as autoridades egípcias anunciaram que o terminal de Rafah seria fechado totalmente durante os quatro dias da festa muçulmana de Eid al-Fitr, que começou no dia 8 de agosto.
Até recentemente, a acusação de que a Faixa de Gaza tinha se transformado em uma "grande prisão" vinha sendo feita somente contra Israel, captando a atenção da grande mídia e das organizações dos direitos humanos em todo o mundo.  
Mas agora que a acusação está sendo feita contra o Egito, a maioria dos jornalistas internacionais, das organizações dos direitos humanos e mesmo os grupos "pró-Palestina", especialmente nos campi universitários nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, escolheram fazer vistas grossas.  
Residentes da Faixa de Gaza estão questionando nestes dias: onde estão todas as missões estrangeiras de solidariedade que costumavam visitar a Faixa de Gaza para demonstrar apoio ao Hamas e à população palestina? Onde estão todos da imprensa, os grupos de direitos humanos, os ativistas?  
Em julho, apenas duas delegações estrangeiras visitaram a Faixa de Gaza. Em contraste com isso, entre janeiro e junho deste ano, cerca de 180 delegações entraram na Faixa de Gaza. 
Os ativistas "pró-Palestina" dizem que não conseguem entrar na Faixa de Gaza por causa das medidas estritas de segurança e das restrições de viagem impostas pelas autoridades egípcias. 
Mas, por que esses ativistas não organizam outra flotilha com um comboio de socorro para a Faixa de Gaza com a finalidade de quebrar o bloqueio dos egípcios?
Por que o ativistas "pró-Palestina" não foram enviados para o lado egípcio do cruzamento da fronteira de Rafah para expressarem solidariedade aos residentes da "grande prisão"?  
A resposta é óbvia: Primeiro, o objetivo principal dos ativistas é condenar Israel e fazer dele o único responsável pelas misérias dos palestinos. 
Os ativistas não se importam com o sofrimento dos palestinos tanto quanto estão interessados em fazer avançar seu esquema anti-Israel. Eles dedicam a maior parte de suas energias e esforços para fazer incitações contra Israel e raramente têm algo de bom a oferecer aos palestinos.  
Segundo, os ativistas "pró-Palestina" sabem que seria uma tolice da parte deles se meterem com o exército e as forças de segurança egípcios. Da última vez que estrangeiros tentaram fazer uma manifestação em protesto pacífico do lado egípcio do terminal de Rafah, as autoridades egípcias não hesitaram em atacá-los e deportar muitos deles do país. 
Semelhantemente, há um problema quanto à maneira com que a mídia internacional está tratando a atual crise na Faixa de Gaza.  
Embora as autoridades egípcias estejam apertando o bloqueio na Faixa de Gaza, dezenas de caminhões carregados de mercadorias e materiais de construção continuam a entrar na área através do Terminal Erez, vindos de Israel.  
Somente esta semana, mais de 500 cargas de caminhões contendo uma variedade de mercadorias e 86 toneladas de gás de cozinha foram entregues aos residentes da Faixa de Gaza, todos através do Terminal Erez.  
Na última semana de julho, 1.378 caminhões carregados com 37.306 toneladas de mercadorias entraram na Faixa de Gaza, [2] vindos de Israel, e um total de 2.203 pessoas atravessaram o Terminal Erez. 
Desde o começo do ano, aproximadamente 34.000 caminhões carregados com mais de 950.000 toneladas de mercadorias entraram na Faixa de Gaza através de Israel. 
Os egípcios, como a maior parte do árabes, não se importam com os palestinos. Eles querem que os palestinos sejam o problema de Israel e que continuem dependendo de donativos dos países ocidentais.  
Os árabes não se importam se os residentes da Faixa de Gaza morrerem de fome, contanto que Israel seja acusado como culpado. 
Portanto, por que algum país árabe deveria se importar se a comunidade internacional e a mídia continuam a adotar uma atitude de avestruz em relação à responsabilidade do Egito pelo agravamento da crise humanitária e econômica na Faixa de Gaza? (Khaled Abu Toameh -- www.gatestoneinstitute.org)

Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas. Estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém. Abu Toameh trabalha atualmente para a mídia internacional, servindo como “olhos e ouvidos” de jornalistas estrangeiros na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza. Os artigos de Abu Toameh têm aparecido em inúmeros jornais em todo o mundo, inclusive no Wall Street Journal,no US News & World Report e no Sunday Times de Londres. Desde 2002, ele tem escrito sobre os problemas palestinos para o jornal Jerusalem Post. Também atua como produtor e consultor da NBC News desde 1989.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Mahmoud Abbas admite que "palestinos" e jordanianos são a mesma coisa


O jornalista árabe-israelense Khaled Abu Toameh traz um artigo publicado em um jornal jordaniano onde o ditador e terrorista "presidente" da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas (Abu Mazen), reconhece que palestinos e jordanianos são a mesma coisa, mas afirma que a Jordânia não será o estado "palestino".
http://www.alrai.com/article/597726.html


sábado, 25 de maio de 2013

Palestinos colocam bandeira nazista sobre mesquita perto de Hebrom


bandeiranazimesquitaResidentes judeus da Judeia e Samaria ficaram chocados ao verem uma bandeira nazista tremulando sobre uma mesquita na vila palestina de Beit Omar perto de Hebrom na segunda-feira. A bandeira estava visível para milhares de cidadãos israelenses que passavam pela mesquita a caminho de Hebrom para trabalhar.

Uri Arnon, que viu a bandeira, disse à Agência Noticiosa Tazpit: “Senti como se eu estivesse voltando 75 anos atrás, perdendo nosso controle da terra. Os árabes não mais sentem necessidade de esconder suas tendências assassinas, anunciando em voz alta que eles desejam nos destruir.”
Aryeh Savir da Agência Noticiosa Tazpit noticiou: “A resposta mais recente da Secretaria de Coordenação de Atividades Governamentais nos Territórios (SCAGT) das Forças de Defesa de Israel é que eles estão esperando que os membros da empresa palestina de eletricidade entrem e removam a bandeira, pois ela está tremulando nos fios de eletricidade.”
Independente se a bandeira permanecerá ali ou não, o fato de que uma bandeira nazista foi colocada sobre uma mesquita palestina é um lembrete sinistro de como certos nacionalistas palestinos têm demonstrado apoio manifesto ao nazismo, assim revelando mais uma vez que eles não têm nenhuma intenção de coexistir pacificamente com Israel.
Aliás, a Fundação Walid Shoebat, que é dirigida por um palestino chamado Walid Shoebat (que no passado foi um terrorista da OLP, mas em recentes anos se tornou defensor de Israel), afirma que tais ações palestinas não deveriam surpreender nenhum de nós. Ele diz que o fato de que uma bandeira nazista esteja tremulando sobre uma mesquita palestina “deveria ser de conhecimento público, mas é continuamente ignorado — os fundamentalistas islâmicos e os nazistas têm a mesma mente. Que uma bandeira nazista tremulando numa vila palestina perto de uma mesquita deveria realmente ser menos chocante do que o fato de que tantos estão chocados com ela.”
O grande mufti da Palestina e Hitler
Na década de 1930 o líder islâmico (grande mufti) Haj Amin Al Husseini, que estava diretamente envolvido nos tumultos de 1929 que destruíram a antiga comunidade judaica de Hebrom, desenvolveu uma aliança muito íntima com a Alemanha nazista. O grande mufti e seus seguidores gostavam tanto de Hitler que eles até adotaram as saudações nazistas, agitavam retratos de Hitler nos comícios e colocavam suásticas em seus materiais escritos, enquanto os nazistas retribuíam dando bolsas de estudos para estudantes árabes, contratando árabes em firmas alemães e convidando líderes árabes para comícios nazistas numa época em que os judeus que haviam vivido dentro da Alemanha a vida inteira eram proibidos de ter tais oportunidade.
Aliás, o mufti estava na folha de pagamento dos nazistas como um agente e propagandista, e os nazistas estavam ativamente envolvidos na formação de ligações com os meios de comunicação árabes, cujo legado anti-judeu que começou por volta da época do Holocausto dura até os dias de hoje. O grande mufti estava por trás da Grande Revolta Árabe de 1936-1939 e das inúmeras operações terroristas árabes mirando os judeus de Israel; ele estava envolvido com o massacre Farhud de membros da comunidade judaica de Bagdá em 1941; ele incentivou ativamente os governos europeus a transportarem os judeus para campos de concentração e não permitirem que os judeus deixassem a Europa; e ele estava envolvido no treinamento de forças militares bósnias pró-nazistas, que cometeram incontáveis atrocidades. Ele também contrabandeava saques nazistas para os países árabes.
Ligações atuais
De acordo com o Observatório da Mídia Palestina: “Na sociedade palestina, o nome Hitler não carrega o estigma que carrega no Ocidente. Tanto as revistas do Hamas quanto os jornais do Fatah, da Palestina, escrevem favoravelmente acerca de Hitler. Para alguns palestinos, o homem e seu nome são dignos de admiração. Embora possa provocar surpresa para observadores ocidentais ver fontes palestinas oficiais apresentando Hitler como um herói, é importante notar que a repulsa a Hitler que é comum no Ocidente não recebe a mesma reação na sociedade palestina. Há até palestinos cujo primeiro nome é Hitler.”
Por exemplo, um artigo em Al Hayat Al Jadida escrito não muito tempo atrás por Hassan Ouda Abu Zaher declarou: “Se Hitler tivesse vencido, o nazismo seria uma honra e as pessoas estariam competindo para se tornar membros dele. Ele não seria uma desonra punível por lei. Churchill e Roosevelt eram alcoólatras, e em sua juventude foram questionados mais de uma vez por brigas que eles iniciaram em bares, enquanto Hitler odiava o álcool e não era viciado a ele. Ele costumava dormir cedo e acordar cedo, e era muito organizado. Esses fatos sofreram uma desordem também, e Satanás recebeu asas de anjos.”
De fato, tremular uma bandeira nazista sobre uma mesquita palestina representa meramente a manifestação mais recente do descarado apoio do movimento nacional palestino em favor da ideologia nazista.

Tradução: Julio Severo

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Chrétiens et Juifs au Liban : des histoires bien embarrassantes…



liban Israël
« Les Juifs ne sont pas seulement nos ancêtres, mais nos frères. Notre origine est la même, notre langue est presque commune, notre père est leur père. Nous sommes fiers d’appartenir à la même race. Nous devons tout au judaïsme, nos enseignements sont tirés de leur loi sacrée. Notre foi est similaire. Nous aimons le même Dieu. Nous aimons Jérusalem autant qu’ils l’aiment. Nous voulons sincèrement que notre relation avec eux soit constante et toujours fructueuse. Nous nous aidons les uns les autres et nous espérons de tout notre cœur que Dieu va délivrer les Juifs opprimés de ces persécutions dont ils sont l’objet. Nous exprimons nos meilleurs vœux que tous les Juifs soient assurés de paix et de tranquillité, parce que nous sentons combien leur amour pour nous est sincère et précieux ».
— Discours du Patriarche Antoine Arida en 1937.
Les Juifs libanais étaient francophiles
L’Alliance israélite universelle établit à Beyrouth une école pour garçons en 1869 et une autre pour filles en 1878. Leur orientation était laïque et le français était la seule langue d’enseignement. De ce fait, les Juifs libanais étaient forcément francophiles et francophones.
La présence juive au Liban remonte à l’époque biblique. Les premiers Juifs se seraient établis dans la montagne vers 1000 av. J-C. La Bible témoigne de rapports légendaires mais excellents entre Salomon et Hiram, roi de Tyr, qui partageaient la même langue et la même culture, sinon la même religion.
En des temps immémoriaux (un demi-siècle), tous les dignitaires de la République du Liban se retrouvaient à la synagogue de Wadi-Bou-Jmil pour fêter la Pâque juive.
En 1920, les Juifs du Liban accueillirent la proclamation du nouvel Etat libanais avec autant d’enthousiasme que les Maronites.
Alors que les Juifs s’étaient fortement impliqués dans les partis communistes en Egypte, Irak et Palestine, ils n’y jouèrent aucun rôle au Liban, fait remarquer Kristen Schulze (1), « car ils n’avaient peu ou pas de conscience sociale. Marchands ou financiers, ils avaient complètement intégré les valeurs de la bourgeoisie beyrouthine ».
Deux journaux juifs virent le jour à cette époque, Al ‘Alam al Isra’îli, fondé en 1921 par Eliahu Salim Mann, et le Commerce du Levant, magazine économique, fondé un peu plus tard par Toufic Mizrahi et qui n’a cessé de paraître depuis.
En 1937 l’afflux de réfugiés incita les responsables de la communauté à demander l’autorisation pour les Juifs allemands de s’installer au Liban.
Condamnation du traitement infligé aux Juifs par les nazis
Le patriarche Arida condamna vigoureusement le traitement infligé par les nazis aux Juifs d’Allemagne dans une lettre pastorale publiée par l’Orient et dans une déclaration à l’Aurore. Les responsables des autres communautés s’exprimèrent à l’unisson.
Les restrictions anti-juives imposées par Vichy au Liban furent levées par le général Catroux. Le président Alfred Naccache vint lui-même à Magen Avraham rendre hommage à la communauté qui exprima sa loyauté sans faille à l’égard du Liban.
Eliminer un obstacle, les musulmans shiites du sud Liban
En 1943, Bishara al Khoury, premier président libanais après l’indépendance, demanda à l’Agence juive de l’aider à éliminer un « obstacle » et un « danger pour nos deux pays », les musulmans shiites de Jabal Amil, la forte position shiite au sud Liban.
Anecdote, en 1946, alors que les frontières étaient toujours ouvertes entre le Liban et la Palestine, les autorités mandataires britanniques avaient refusé à Ben Gourion l’autorisation de voyager. Un agent de voyage juif de Beyrouth affréta alors un avion de la MEA, un DC-3 Dakota, au bord duquel s’embarquèrent Ben Gourion, Moshé Sharett et Golda Meir pour assister en Suisse à un congrès sioniste.
Un accord secret de 1946 pour la création d’un Etat juif en Palestine
Le 30 mai 1946, un traité secret (3) est conclu entre le Patriarche Arida et l’Agence juive présidée par ChaIm Weizmann. Les Juifs se voient reconnaître le droit de créer un Etat en Palestine, tandis que le caractère chrétien et indépendant du Liban est reconnu (pour le texte de l’accord: Eisenberg, 1994, p. 167-169).
Mais au grand désespoir des officiels israéliens, les Juifs libanais restèrent opposés à l’alya. Alors que beaucoup de Juifs syriens, iraniens, irakiens ou turcs transitaient par le Liban pour se rendre en Palestine, les Juifs libanais n’envisageaient leur avenir qu’au sein de l’Etat libanais. Leur sympathie pour Israël n’était jamais suffisamment forte pour contrebalancer leur attachement à la vie levantine. Ils ne se sentaient guère menacés, conscients du fait qu’ils étaient des citoyens libanais à part entière.
On trouvait des Juifs aussi bien dans l’armée libanaise que dans la milice Kataeb (82% de maronites, 2% de Juifs). Au moment des législatives, l’électorat juif pesait de tout son poids en faveur de Joseph Chader, candidat arménien des Kataeb, dont la popularité au sein de la communauté n’a jamais été démentie.
Le Liban, seul Etat arabe à voir augmenter le nombre de juifs après la création d’Israël
Le nombre de Juifs augmenta encore en 1948 avec l’afflux des réfugiés en provenance d’Irak et de Syrie, qui obtinrent tous des autorisations de séjour, mais ne furent pas naturalisés. En fait, la guerre de 1948, loin d’avoir des effets négatifs sur les Juifs libanais, favorisa encore leur essor démographique (de 5000 en 1948 à 9000 en 1951), si bien que le Liban fut le seul Etat arabe à voir augmenter sa composante juive après la création d’Israël.
Il est intéressant aussi de noter que l’armée libanaise, qui avait participé à la première guerre israélo-arabe, comptait de nombreux Juifs dans ses rangs. Toutefois, au plus fort de la tourmente, les étudiants juifs de l’AUB furent sommés de quitter l’établissement « pour leur bien » et par peur de réactions antisémites. « En revanche », affirme l’auteur, qui a scrupuleusement vérifié les archives, « à l’USJ, tous les Juifs, sans distinction de nationalité, étaient invités à demeurer sur place. On comptait parmi eux 20 Juifs palestiniens ».
Des changements inévitables devaient résulter des hostilités de 1948
  • Le journal juif Al Alam al Isra’îli changea de nom pour devenir As Salâm.
  • Les fêtes juives ne furent plus officiellement chômées.
  • Les organisations caritatives juives ne furent plus soutenues par l’Etat.
  • Le mouvement de jeunesse Maccabi fut déclaré illégal, ses propriétés confisquées.
  • Beaucoup de jeunes partirent alors rejoindre le parti Kataeb.
  • Plusieurs officiers juifs de l’armée choisirent de démissionner, mais aucun Juif ne fut sommé de quitter une charge officielle.
  • Aucun poste ne fut refusé aux citoyens juifs, qui continuaient d’occuper les leurs dans les ministères, les municipalités ou à la Chambre des députés.
En comparaison, la communauté juive syrienne passa de 30 000 à 5 000 membres en quelques années. Plus de 6000 juifs syriens s’établirent au Liban, dont la totalité ou presque des Juifs d’Alep.
Le conflit de 1958 décida les Juifs arabes réfugiés au pays à quitter leur havre libanais pour rejoindre l’Europe, les USA, l’Amérique du Sud, plus rarement Israël. Avec un passé historique très différent, les Juifs libanais demeuraient attachés à leur pays. Mais la détérioration de la sécurité entamera la confiance des plus optimistes.
En 1967, leur nombre avait diminué de moitié, passant de 14000 à 7000 âmes.
Après la guerre des 6 jours, il n’en restait plus que 3000. Les rares officiers juifs quittèrent l’armée. Deux banques juives demeuraient toutefois en activité : la Banque Safra et la Banque Zilkha qui changea son nom en Société Bancaire du Liban.
La tornade qui s’abattit sur le pays en 1975 balaya espoirs et certitudes. Ecoles et synagogues furent fermées, le quartier de Wadi-Bou-Jmil déserté.
Pour la première fois et comme tous leurs concitoyens, les juifs se sentaient en danger physique.
Les milices chrétiennes essayèrent d’atteindre Wadi-Bou-Jmil pour porter secours aux Juifs pris dans la nasse. Mais les forces palestiniennes de Yasser Arafat et leurs alliés furent les premières à investir le quartier… Plus de 200 Juifs furent tués au cours des hostilités…
Reproduction autorisée avec la mention suivante : © Jean-Patrick Grumberg pour www.Dreuz.info et sources citées.