quinta-feira, 22 de março de 2012

Goldberg slams Sullivan on PalArab propaganda map

Andrew Sullivan, in his Atlantic blog, reproduces a map used by rabidly anti-Jewish Palestinian Arabs (courtesy of Juan Cole!) to prove Israel's hunger for Arab land:
Jeffrey Goldberg answers him nicely:
Andrew Sullivan should be thankful that The Atlantic's fact-checking department has no purview over the magazine's website. The magazine's fact-checkers vet each word that appears in the print magazine for accuracy and context, but because they have no authority over blogs (or anything else produced for the web), Andrew is free to publish malicious nonsense, such as the series of maps he published yesterday, maps which purport to show how Jews stole Palestinian land. Andrew does not tell us the source of these maps (in a magazine with standards, the source would be identified), but they were drawn to cast Jews in the most terrible light possible.

The first map in the series of four is most egregious. It suggests that, in 1946, nearly all of the land between the Jordan and the Mediterranean was "Palestinian." Land designated as "Jewish" in this map constitutes maybe five percent of the total. This map is ridiculous, not only because the term "Palestinian" in 1946 referred, generally speaking, to the Jews who lived in Palestine, not the Arabs, but because there was no Palestine in 1946 (nor was there an Israel.) There was only the British Mandate. Jews lived throughout the territory then occupied by the British, including, by the way, on land that today constitutes the West Bank (though in 1946 Jews did not live in Hebron; they were expelled in 1929, after an Arab massacre of Jewish religious scholars). The intent of this propaganda map is to suggest that an Arab country called "Palestine" existed in 1946 and was driven from existence by Jewish imperialists. Not only was there no such country as "Palestine" in 1946, there has never been a country called Palestine. Before the British conquered Jerusalem, Palestine was a sub-province of the Ottoman Empire. (And after the British left, of course, Jordan and Egypt moved in to occupy Gaza and the West Bank.)
Goldberg could have pointed out that even if the map was relabeled "Jewish" and "Arab" land, it would still be a lie. The white parts show only the privately owned Jewish land, but the green part does not represent privately owned Arab land - it simply shows everything else. In fact, over 75% of the land in 1946 was publicly owned, and all of that land within the Green Line became Israeli after the War of Independence.

The next map in the series is a rendering of the U.N. Partition Plan, which would have divided the British mandate into two equal parts, one part for Arabs and one part for Jews. But Andrew neglects to mention that the Jews accepted this partition of Palestine, and that the Arabs rejected it. When Israel declared independence, the Arabs sought to physically eliminate the U.N.-supported Jewish state, but, to their chagrin, they failed. All that happens today flows from the original Arab decision to reject totally the idea that Jews are deserving of a state in part of their historic homeland.
And, although Goldberg mentions it in passing, the green sections of the third map do not show "Palestinian" land at all either, as there was no Palestine and the West Bank was annexed by Jordan - with full approval of the leaders of Palestinian Arabs - and Gaza was controlled by Egypt.

I'm pretty sure the fourth map is equally false, but I cannot claim to know the geographic details of the areas controlled by the PA.

A Globo e seus "especialistas"

A analista de assuntos internacionais Sabrina Medeiros falou (20/03/2012) ao Jornal Globo News sobre o tiroteio em escola judaica na França.



Segundo a analista de assuntos internacionais,
as investigações sobre o autor do crime apontam para o perfil de um neonazista e não de um fundamentalista islâmico. “É, na verdade, um movimento neonazista, restritivo, e que faz alcançar uma série de princípios na política doméstica que nós rejeitamos. Princípios de intolerância”, afirma. Sabrina acredita que o episódio não é um ato isolado, mas faz parte de uma ação em série e que deve ser encarada como terrorismo. “Quando se vincula esse caso a um ato de loucura extrema, vigora um princípio de que isso é uma exceção”Para a analista, a atual estratégia do presidente Nicolas Sarkozy de pressionar os imigrantes é mal-sucedida. “É preciso que se mude o discurso contra esses potenciais invasores.

(ver também: Novidade? Mídia acoberta muçulmanos e culpa imaginários extremistas de direita
)



E eis que a especialista volta no dia seguinte

Inacreditalvemente, a palavra que mais aparece - novamente! - é 'xenofobia'. E, como não poderia deixar de ser, sobrou para os 'neonazistas' e 'conservadores extremos'...


Xenofobia é o medo irracional, aversão ou profunda antipatia em relação a estrangeiros, desconfiança em relação a pessoas estranhas ao meio daquele que os julga.

O detalhe é que os judeus franceses imigraram há mais tempo e estão completamente integrados a sociedade francesa, ao contrário dos muçulmanos, que são vistos por todos - inclusive pelos próprios - como os estrangeiros. Que xenofobia é essa afinal? Inversa?

E se o que causa essa onda de terrorismo e radicalismo é a xenofobia europeia e a falta de integração dos novos imigrantes, por que não vemos atentados cometidos por hindus e sikhs no Reino Unido ou por norte-africanos e árabes cristãos na França?

E a analista continua com a desinformação:
“A cultura extremista pode ainda aumentar exatamente por causa da descoberta de que foi um
radical islâmico (a praticar um ato de terrorismo), o que não acontecia na região há cerca de dez anos.

Aqui a especialista usa um truque maroto para defender a sua opinião de qualquer fato incômodo. A "cultura extremista" islâmica já causou a morte de diversos judeus franceses nos últimos dez anos, mas como esses crimes não se encaixam na sua definição de terrorismo, então podem ser ocultados e não entram na sua "análise".

--Anti-semitismo islâmico na França


Afinal, quem liga para os fatos quando eles vão de encontro a nossa ideologia?

quarta-feira, 21 de março de 2012

Os terroristas estão entre nós!

Os terroristas se infiltraram na imprensa.
Os terroristas se infiltraram em nossa razão.
Os terroristas se infiltraram em nossa generosidade.

Os terroristas que se infiltraram na imprensa não andam armados, é evidente! A não ser de palavras delinquentes, com as quais, no fundo, justificam o ato de Mohammed Merah. O sentido moral de seus textos é um só: enquanto não houver um estado palestino, esses horrores continuarão a acontecer. Merah, diga-se, diz que matou em nome das… “crianças palestinas”. Tratei deste assunto aqui anteontem. Fui acusado por alguns cretinos de desviar o foco e, uma vez mais, “proteger Israel”…

Os terroristas que se infiltraram na imprensa não defendem abertamente os ataques terroristas islâmicos, mas, ao explicar a sua gênese, os colocam como efeito e desdobramento de todos os erros cometidos pelo Ocidente, especialmente pelos Estados Unidos. Não fosse isso, aquelas “pobres vítimas” não estariam matando. E, no entanto, estariam porque suas concepções e visões de mundo são anteriores à própria fundação do Estado de Israel.

Os terroristas que se infiltraram na imprensa, sem qualquer motivo mais evidente para sustentá-lo, viam nos atentados da França a mão da extrema direita xenófoba — que é detestável, sim. A questão é distinguir o justo combate a esse tipo de delinquência do esforço sistemático de alguns grupos para que o terrorismo islâmico passe a ser encarado como um dado da equação política.

Os terroristas se infiltraram em nossa razão porque, hoje em dia, mesmo alguns analistas capazes de entender a complexidade do mundo, que não estão ligados à causa islâmica e não cultivam o ódio sistemático à democracia ocidental, entendem ser “preciso negociar com eles”. No dia em que Mohammed Merah matou três crianças e um professor numa escola judia, o Conselho de Direitos Humanos da ONU, como destaquei aqui, convidou para um encontro um alto representante do Hamas. Atenção! São os líderes do Fatah que acusam o Irã de estar financiando de novo o governo terrorista da Faixa da Gaza.

Os terroristas se infiltraram e nossa razão, e não poderia haver maior evidência disso do que a declaração criminosa da britânica Catherine Ashton, chefe da política externa da União Europeia. Ela afirmou:
“Quando pensamos no que ocorreu hoje em Toulouse, quando nos lembramos do que ocorreu na Noruega no ano passado, quando sabemos o que ocorre na Síria, quando vemos o que acontece em Gaza e em diferentes pontos do mundo, pensamos nos jovens e nas crianças que perdem suas vidas”.
Ela discursava, na segunda, numa conferência internacional sobre a realidade dos jovens palestinos, organizada em Bruxelas, na Bélgica, pela Agência das Nações Unidas para os refugiados palestinos no Oriente Médio (UNRWA, na sigla em inglês).

Os terroristas se infiltraram em nossa razão porque, ao ler o que vai acima, não se distingue um movimento organizado, que transforma o terror em instrumento de luta política — e que, portanto, pode ser empregado também em momentos de paz, como habitualmente é — de situações de guerra, inclusive civil. A morte é triste em qualquer caso, claro! A morte de crianças, ainda mais triste — em qualquer lugar. Mas dona Ashton, tomada pela lógica do terror, pretende ignorar aqueles que claramente usam crianças como escudo e oferecem seus próprios filhos ao sacrifício para que possam demonizar os inimigos.

Os terroristas se infiltraram em nossa generosidade porque tendemos — muitos de nós, ao menos — a deitar um olhar compassivo, compreensivo, para a ação desses facínoras, enxergando-os como vítimas das circunstâncias, não como militantes ativos da morte. Seriam apenas seres que reagem a uma situação de opressão — os mais ingênuos os querem psicopatas, movidos por alguma forma de loucura individual.

Os terroristas se infiltraram em nossa generosidade porque nos negamos a ver que são apenas o braço armado de um movimento organizado que não reconhece o direito do “outro” à existência; que não suporta a convivência com a diversidade; que tem a ambição de impor os seus valores particulares como regra universal, embora eles neguem, em essência, algumas das nossas melhores conquistas nos últimos 250 anos:
- as liberdades individuais:
- a liberdade religiosa;
- a liberdade de expressão;
- a igualdade de direitos entre homens e mulheres;
- a separação entre religião e estado.

Os terroristas se infiltraram em nossa generosidade porque eles acabaram convencendo muitos de nós — por meio de ameaças e da violência — que temos a obrigação moral de criticar os fundamentos da nossa própria civilização, tanto quanto devemos manter intocados e intocáveis os deles.

Os terroristas se infiltraram em nossa generosidade porque conseguiram fazer triunfar a ideia de que, em nome de nossas convicções, devemos aceitar seus valores particulares, embora eles, em nome das deles, decidam nos matar porque não suportam os nossos valores.

Encerro
Vai aqui uma dica para identificar um filoterrorista:
Qualquer articulista que flertar, ainda que de modo oblíquo, com uma suposta relação entre os atentados da França e a “violência de Gaza” é um justificador do terrorismo. Ele próprio, diga-se, só não é um terrorista porque consegue juntar à delinquência moral daquele a própria covardia. Prefere fazer especulações sobre as virtudes de matar com o traseiro confortavelmente instalado no sofá.

Por Reinaldo Azevedo

Atirador de Toulouse, um falso muçulmano

http://o-lidador.blogspot.com.br/2012/03/atirador-de-toulouse-um-falso-muculmano.html



Parece que afinal o atirador de Toulouse, é um falso muçulmano, uma vez que todos sabemos que o Islão é a religião da paz e desencoraja fortemente os ataques a crianças e inocentes, da mesma maneira que condena a opressão das mulheres e a perseguição dos judeus.

Mohamed, assim se chama o falso muçulmano, é argelino e, pelo que se sabe já, estava numa jihad para "se vingar pelas crianças palestinianas e pelas intervenções do exército" do seu país no dar-al islam, e só os islamófobos ignoram que a jihad é basicamente apenas uma luta interior espiritual, que nada tem a ver com terrorismo, bombas e tiroteios sobre civis.

Pois acontece que, de algum modo, Mohamed, esqueceu isto tudo. Inacreditavelmente, parece que há muitos outros muçulmanos como ele, na verdade a esmagadora maioria, que não conhecem o "verdadeiro Islão", aquele que existe apenas nas cabeças do bem- aventurados que, como Obama, e Ken Livingstone, não se cansam de exaltar o pacifismo e a tolerância do Islão.

Na verdade, a própria assessora de Obama para os assuntos islâmicos, Dalia Mogahed, parece ser uma falsa muçulmana, porque não se cansa de exaltar a "resistência" (eufemismo para terrorismo islâmico contra Israel) e defender as maravilhas da sharia, coisas que, obviamente, nada têm a ver com o verdadeiro Islão.

Anti-semitismo islâmico na França

http://escritorluiznazario.wordpress.com/tag/ilan-halimi/

Youssouf Fofana, o líder da gangue "Os Bárbaros"

Aconteceu em Paris, em novembro de 2006, na velha e douce France, onde agora escolas e veículos são queimados durante a noite por jovens maometanos cheios de ódio: um disc-jokey judeu de 23 anos chamado Sébastien Selam saía do apartamento dos pais para trabalhar quando foi atacado na garagem por Adel Boumedienne, seu vizinho muçulmano. Adel cortou duas vezes a garganta de Sébastien, quase ao ponto de decapitação, e retirou-lhe o rosto com uma forquilha, fazendo os olhos saltarem para fora das órbitas. Depois, coberto de sangue, Adel subiu as escadas de seu apartamento para contar à mãe: “Matei meu judeu. Irei ao paraíso!”. Na mesma noite, em outro ponto da cidade, outro muçulmano assassinava brutalmente uma judia na presença da filha. Esses assassinatos foram reportados pelas mídias como crimes comuns, aos quais “todos” estamos sujeitos em Paris, onde jovens imigrantes marginalizados e desempregados entregam-se à violência em razão das injustiças sociais produzidas por um modelo econômico perverso, etc.

Contudo, um crime ainda mais brutal revelou as conexões existentes entre essa criminalidade comum e a ideologia criminosa nos explosivos subúrbios parisienses, onde a violência passou a ser estimulada por ONGs, intelectuais e grupos anti-racistas que procuram justificar a delinqüência dos imigrantes excluídos pela sociedade e compreender seu “justo clamor”. No dia 21 de janeiro de 2006, o jovem judeu Ilan Halimi, de 23 anos, balconista de uma loja de telefonia celular, foi seduzido por uma garota que o convidou para seu apartamento. A mulher fora mandada como isca da gangue autodenominada “Os Bárbaros”, de Bagneux, subúrbio do sul de Paris, e que incluía muçulmanos “politizados” (um deles, filho de um jornalista egípcio, correspondente estrangeiro na França). O rapaz foi levado a Bagneux, onde ficou três semanas trancado no porão de um imóvel.

A gangue telefonou várias vezes para a família de Halimi pedindo um resgate de 500 mil euros (c. 1,2 milhão de reais), depois abaixado para 200 mil euros (c. 500 mil reais); fazia-a ouvir versos do Corão enquanto, ao fundo, Ilan gritava submetido às mutilações. A polícia recusou-se a crer que o seqüestro tivesse caráter antissemita. Um dos investigadores chegou a declarar que “judeu é igual a dinheiro” e que a vida do refém não corria, assim, maior perigo, deixando de agir com a urgência necessária. Culminando o horror, parentes e vizinhos dos seqüestradores, ao saberem da existência de um refém judeu nas redondezas, foram oferecer colaboração, tomando parte nas torturas. Quando a gangue percebeu que a família, de classe média baixa, não poderia pagar o resgate exigido, incendiou o corpo da vítima numa caldeira e abandonou-a agonizante: a 13 de fevereiro, Halimi foi encontrado perto das vias do trem da estação Sainte-Geneviève-des-Bois, fora de Paris, amarrado a uma árvore. Estava nu, amordaçado, manietado, faminto, com queimaduras e cortes por 80% de seu corpo. A caminho do hospital, Ilan morreu de seus ferimentos.

Ilan Halimi, 23 anos, torturado até a morte pela gangue "Os Bárbaros"

Segundo a polícia, a gangue “manteve-o nu e amarrado por semanas. Eles cortaram pedaços de sua carne, dedos e orelhas, e no final jogaram um líquido inflamável em seu corpo e o incendiaram. Foi um dos assassinatos mais cruéis que já vimos”. Mesmo quando ficou claro que a família não tinha condições financeiras de arcar com o resgate, a gangue continuou a torturar Ilan, pois, conforme a polícia, “ele era judeu”. Um dos jovens torturadores detido confessou que seus cúmplices revezavam-se para apagar cigarros na testa da vítima dizendo que odiavam judeus. Segundo o então Ministro do Interior da França, Nicolas Sarkozy, a polícia encontrou com um dos suspeitos folhetos do Comitê de Caridade Palestino (associado ao Hamas).

O governo francês tentou escamotear os aspectos antissemitas do caso com medo de inflamar os muçulmanos franceses (10 a 13% da população do país, incluindo ¼ da população com menos de 25 anos, num total de 5 a 6 milhões, enquanto a comunidade judaica, a maior da Europa, conta cerca de 600 mil). Num primeiro momento, o promotor público de Paris, Jean-Claude Marin, declarou aos jornalistas que não havia nada de antissemita no caso, e assim ele foi reportado por jornais como o Le Figaro e o londrino The Observer. Após protestos da comunidade judaica, o juiz que presidiu o inquérito admitiu que o antissemitismo tivesse desempenhado seu papel no crime e o então Ministro Sarkozy declarou à Assembléia Nacional que a gangue visava judeus, convencida de que “judeus têm dinheiro”. O então Primeiro Ministro Dominique de Villepin chamou a polícia à responsabilidade por ter recusado inicialmente as motivações antissemitas do seqüestro [1].

As duas juízas parisienses encarregadas de investigar as circunstâncias da morte de Ilan Halimi implicaram inicialmente 17 pessoas, acusadas pela circunstância agravante de crime cometido devido à religião da vítima. Além dos seqüestradores, foi preso o porteiro do imóvel onde Halimi foi torturado, e membros de logística do bando, assim como três mulheres utilizadas como iscas nesta e outras tentativas de seqüestro, além de um suposto “braço direito” do grupo, suspeito de crimes de extorsão. A polícia descobriu que o grupo já havia tentado seqüestrar pelo menos outras seis pessoas, das quais quatro eram judeus (provavelmente as outras duas só deviam “parecer” judeus). Não ficou claro pelo noticiário se nestas ou em outras tentativas, a gangue também feriu um judeu de 50 anos que teve de ser hospitalizado, e jogou uma granada de mão contra um médico judeu. Ao ser detido na Costa do Marfim, o chefe do grupo, o franco-marfinense Youssouf Fofana, de 25 anos, negou ter agido por antissemitismo [2]

Em protesto ao crime hediondo, o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), a associação SOS – Racismo e a Liga contra o racismo e o antissemitismo (Licra) organizaram na capital parisiense uma passeata que reuniu entre 33 mil pessoas (segundo a polícia) e 200 mil pessoas (segundo os organizadores), incluindo políticos como Sarkozy e o ex-premiê Lionel Jospin, além de artistas e intelectuais [3]. Ainda neste caso as mídias comportaram-se de maneira dúbia: primeiro, tentaram minimizar o caso e a condição judaica da vítima; depois, sob protestos e após o reconhecimento oficial do crime racista, admitiram ter sido Ilan Halimi mais uma vítima do novo antissemitismo que se espalha na sociedade francesa.

Em 2009, detidos 27 suspeitos do crime, foram todos levados a julgamento. Youssouf Fofana foi condenado à prisão perpétua, sendo que os demais receberam penas variadas – segundo alguns bastante indulgentes[1]. O caso Halimi, com todo o seu horror e repercussões foi mais um exemplo a demonstrar que as ações dos extremistas de direita (que odeiam, na mesma medida, judeus e muçulmanos) são hoje superadas em intensidade e violência, pelas ações dos extremistas muçulmanos – sejam em bandos racistas criminosos ou em grupos politicamente organizados, os quais não mais se envergonham de ostentar o racismo contra os judeus como sua bandeira política e a destruição de Israel como sua missão sagrada.

terça-feira, 20 de março de 2012

٣ أشياء لم يعلموك عن القدس


القدس هي ثالث أقدس مدينة عند المسلمين. و لكنها المدينة المقدسة الوحيدة عند اليهود!
ذكرت التوراه مدينة القدس أكثر من ٦٠٠ مرة؛ القرأن - صفر.

هل كنت تعلم أن المدينة كانت تسمى ببيت المقدس في أولى الكتابات الاسلامية؟
هذا المصطلح مأخوذ من العبرية .."بيت همقداش".. الهيكل المقدس الذي بناه الملك سليمان قبل ٣٠٠٠ عام.

الملك سليمان بنا الهيكل على قمة جبل صهيون (الذي يقف عليه الحرم الشريف اليوم).
منذ إذن، يتوجه اليهود عند الصلاة نحو قبلتهم في بيت المقدس، كما فعل المسلمون قبل أن يغير سيدنا محمد، عليه السلام، إتجاه القبلة من القدس إلى مكة المكرمة.

عند المسلمين، أقدس منطقة من الحرام الشريف هي: المسجد الأقصى المبارك، الذي يقع في الزاوية الجنوبية من الحرم.
أما عند اليهود؛ فهي في منتصف الحرم، حيث تقع الصخرة اليوم.

في الربيع الماضي، بدأنا نفتح قلوبنا، و عقولنا، مخلصين اياهم من قبضة دكتاتوريات السياسة.
النتيجة كانت اننا استطعنا البدء في تشكيل مصيرنا.

هذا الربيع، دعونا نفتح عقولنا مرة أخرى، مخلصين اياهم من قيود الأيدلوجيات البالية... التي حرفت الحقيقة عن القدس لأجيال.

النتيجة ستكون أن نتحكم بمصير السلام و التفاهم، روح الاسلام و نبي الاسلام

segunda-feira, 19 de março de 2012

O ataque em Toulouse e o antissemitismo malandro

Marcos Gutterman

ver também:
Netanyahu: “No dia em que crianças judias são assassinadas, Conselho de Direitos Humanos da ONU convida para conversar um representante do Hamas”

Ilan Halimi - artigo que fala sobre o seqüestro, tortura e assassinato de um jovem judeu francês por gangues muçulmanas, além de outros casos de anti-semitismo islâmico considerados "crimes comuns" pelo governo francês.


Um homem matou a tiros três crianças numa escola judaica de Toulouse, na França. O pai de duas das crianças também foi morto. Não se sabe ainda quem é o assassino nem quais eram suas motivações, mas parece claro que se trata de um ataque contra judeus.

As terríveis circunstâncias desse episódio são menos importantes, no entanto, do que algumas das reações a ele. No site do jornal israelense Haaretz*, há leitores que conseguiram concluir que as crianças mortas “pagaram o preço das políticas de Israel”. Ou seja: é quase como se dissessem que essas crianças, por serem judias, mereciam morrer, uma vez que o Estado que as representaria, como entidade nacional, é a própria encarnação do Diabo. De acordo com essa lógica, os judeus do mundo todo não poderão se queixar se, eventualmente, forem alvo de uma campanha de extermínio.

Esse tipo de raciocínio faz lembrar a famosíssima “profecia” de Hitler, feita em 30 de janeiro de 1939. Em discurso ao Reichstag, ele disse que, “se os banqueiros judeus internacionais, dentro e fora da Europa, conseguirem atirar as nações mais uma vez numa guerra mundial, então o resultado não será a bolchevização da Terra, e por conseguinte a vitória da Judiaria, mas a aniquilação da raça judaica na Europa”. Ou seja: Hitler atribuiu às próprias vítimas a responsabilidade pela guerra que ele mesmo estava provocando e pelo genocídio que ele mesmo empreenderia pouco tempo depois.

Hoje o antissemitismo malandro não se escora mais, ou não somente, na perversidade dos “banqueiros judeus internacionais”. Ele se escora no que se convencionou chamar, genericamente, de “políticas assassinas” de Israel – um rótulo frouxo o bastante para que não seja possível discuti-lo seriamente e que, de tantas vezes repetido, soa como uma verdade incontestável.

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*Não é surpresa alguma que esse tipo de argumento tenha aparecido justamente na área de comentários do Haaretz. Isso é consistente com sua linha editorial e vários de seus colunistas já usaram o mesmo argumento. É por essa razão que o jornal é um dos menos lidos em Israel, com apenas 6% do mercado. Infelizmente, ele é o preferido dos correspondentes internacionais, que se dão por satisfeitos em traduzi-lo e publicá-lo em jornais estrangeiros.

Haaretz: Israel’s Anti-Semitic Rag

Old News: Haaretz, not a shred of decency