sábado, 30 de março de 2013

"Palestinos" (e a Globo) tentam reescrever a história e reivindicam uma suposta origem árabe de Heródes


A conquista da Palestina pelos muçulmanos ocorreu apenas no sec VII. Então como pode Herodes ser "filho de mãe árabe" (como afirmou Rodrigo Alvarez no JN) se ele morreu em 4 AEC?

Primeiro, os porta-vozes "palestinos" afirmaram que Jesus era um palestino. Agora é a vez do rei Herodes. 
De fato, eles  têm uma chance melhor de reivindicar Herodes -- que não era judeu, mas sim um idumeu -- do que Jesus, um hebreu fariseu. Graças a política árabe-islâmica de aniquilar as crenças e culturas nativas, é bem possível que os idumeus tenham sido dizimados ou absorvidos na mistura de diversos povos que hoje são chamados de 'árabes'. Mas levando em conta que Herodes foi um rei ilegitimo e nomeado pelos romanos, ainda que ele fosse um árabe, isso não lhes daria muita razão para reivindicar o que quer que seja em Israel...

Se os árabes querem Herodes, que fiquem com ele -- um usurpador estrangeiro que ficou conhecido como "um louco que assassinou sua própria familia e inumeros rabinos". Ele não é lá um grande prêmio.
E Herodes realmente tinha muito em comum com os governantes da Autoridade Palestina. Ele era um mentiroso, um ladrão e um assassino de judeus. O que eles não podem ter, no entanto, são os artefatos do período, que se originam do assentamento judaico de terra.

A história do Jornal Nacional -- sim, história, e não matéria ou relato -- foca a "revolta" dos "palestinos" causada por artefatos históricos supostamente roubados por Israel e exibidos em uma exposição em Jerusalém.
Não há nenhum artefato islamico ou árabe na exposição, e não deixa de ser um desparate que os muculmanos que agora ocupam a terra reivindiquem não só a propriedade dos artefatos, mas também sua origem, indo contra a história e o bom-senso.

Que a Autoridade Palestina esteja reivindicando artefatos judaicos como parte de sua história e cultura é so mais uma amostra da falta de ligação dos árabes com a terra e de suas tentativas de falsificar a história.  Ninguém tem direitos culturais sobre a cultura de outro povo. A menos que a Autoridade Palestina queira dizer que os "palestinos" tambem são judeus...
Por mais esforço que façam eles terão que se contentar apenas com artefatos islamicos posteriores a invasão arabe do Levante, sem se apossar de artefatos dos judeus -- assim como fizeram com sua terra.

Há controvérsias quanto a origem dos Nabateus -- etnía da mãe de Herodes. Alguns afirmam que eles são originários do nordeste da Arábia, enquanto outros afirmam que sua origem é a Mesopotamia. Seja como for, eles eram um povo nomade e não-islamico que se assentou na cidade de Petra, hoje na Jordania.
Há momentos em que a propaganda árabe-islamica afirma que os "palestinos" são descendentes arabizados e islamizados dos cananeus e jebuseus que viviam na região, agora se dizem etnicamente árabes...  

terça-feira, 5 de março de 2013

O anti-"sionismo" de Chavez e de seus asseclas


Jornal chavista: “Se os judeus chegarem ao poder, estamos fodidos”


Kikiriki, apesar do nome engraçado, é um dos mais antigos jornais de esquerda da Venezuela – ou seja, não é um mero acidente marrom. Esse semanário chavista publicou a manchete acima, que, numa tradução elegante, pode ser lida como “Capriles Radonski é o candidato deles. Se os judeus chegarem ao poder, estamos ferrados”. Era uma referência ao candidato de oposição à Presidência venezuelana, Henrique Capriles – que se diz católico e cujos avós por parte de mãe eram judeus, mortos no campo de concentração nazista de Treblinka.
Não é a primeira vez que as hostes chavistas apelam ao antissemitismo explícito para atacar o adversário de Hugo Chávez. Em outra oportunidade, um desses intelectuais acusou os “sionistas” de dominarem a mídia, os bancos e os governos ao redor do mundo. No caso do Kikiriki, o jornal nem se deu ao trabalho de disfarçar o ódio aos judeus a título de crítica aos “sionistas”. O máximo de “sutileza” foi ter colocado uma foto com a legenda “Menino palestino após um bombardeio israelense”. Ou seja: era uma advertência aos venezuelanos sobre do que os judeus são capazes.
Mas isso é só a Primeira Página do periódico. As páginas internas reservam material ainda mais didático sobre a imaginação dos antissemitas venezuelanos que militam no chavismo. Um dos textosdiz que Capriles é vinculado à TFP, que por sua vez é “associada” do “lobby judaico” – ao qual oKikiriki atribui a propriedade dos principais bancos, meios de comunicação e indústrias tecnológicas e bélicas do mundo, com poder para nomear os principais ministros dos governos mais poderosos do mundo.
O melhor, no entanto, é o editorial. O texto questiona “por que a palavra Israel aparece milhares de vezes (na Bíblia), de ponta a ponta, e por que Deus prometeu umas terras e os nomeou (aos judeus) os membros eleitos sobre este planeta”. A resposta, afirma o editorial, é que “quem escreve a história se coloca como protagonista e como vencedor”, e a Bíblia é obra de judeus. E então o Kikirikiarremata:
“É preciso falar disso porque os judeus sionistas se apoderaram do dinheiro do mundo e de suas grandes corporações, bancos e empresas, assim como dos meios de rádio, TV e jornais e agora puseram os olhos na Venezuela. Capriles Radonski, bilionário, é filho de pai judeu e de mãe judia, razão pela qual é preciso estudar suas conexões internacionais e aprofundar sua história. Estaremos fodidos se os judeus chegarem ao poder – e quem tiver dúvida disso, que pergunte aos palestinos e aos árabes”.
Caso encerrado.

segunda-feira, 4 de março de 2013

الاحتلال العربي لأرض إسرائيل ويروشلايم العاصمة


موقع اسرائيل بالعربية 
بدأ التوسع الإسلامي خارج شبه الجزيرة العربية، موطن العرب الأم، بعد موت مؤسس الدين الإسلامي محمد (٦٣٢ ميلاديا – ١٠ هجريا)، أي في عهد الخليفة الأول أبو بكر، ليبلغ ذروته في عهد الخليفة الثاني عمر بن الخطاب ( الفاروق) وبعده.
وصل الاحتلال العربي أرض إسرائيل التاريخية عام ٦٣٤ ميلاديا، بعد أن نجح في فرض سيطرته وتدريجا لأرض الرافدين وشمال منطقة الشام (سوريا ولبنان في يومنا هذا)، باستثناء يروشلايم اليهودية التي دمرت وأعيد بنائها عن جديد كمدينة بيزنطية (إيليا)، حيث سكنها اليونان – المسيحيون.
وهنا لا بد من التذكير، أن أرض إسرائيل كان يقطنها أسباط يهود خضعوا للحكم البيزنطي، وتوزعوا في مئات القرى والأحياء السكنية في أنحاء مختلفة من أرض شعب إسرائيل، خصوصا في منطقة جبال يهودا، شومرون (السامرة)، جبل حبرون، خليج إيلات, الجليل، الجولان وضفة الأردن الشرقية .
خريطة ارض إسرائيل في الفترة ذاتها
 ahamalmudunil الاحتلال العربي لأرض إسرائيل ويروشلايم العاصمة
كان الهدف الرئيس للعرب في احتلالهم أرض إسرائيل السيطرة على مصادر الغذاء والدخل والموارد من أجل تأمين نفقات الجيش العربي في احتلالاته لأراض أخرى وإخضاعهم للسيطرة العربية الإسلامية.
سيطر الإسلام في بادئ الأمر على جنوب ارض إسرائيل ( ٦٣٥ م.) من اجل تمهيد الطريق لغزو مصر (٦٤٢-٦٣٩ م.) والسيطرة على المدن الساحلية لشمال إفريقيا (٦٤٧-٧٠٩ م.).
الاحتلال العربي ليروشلايم العاصمة   
بعد أربع سنوات على بدء الاحتلال العربي لأرض إسرائيل التاريخية، قدم العرب المسلمون إلى إيليا كابيتولينا (سنة ٦٣٨ م / ١٥ هـ )، المدينة التي بناها الاحتلال الروماني على أنقاض يروشلايم القديمة، عاصمة الإسرائيليين.
سكان إيليا (أي يروشلايم المحتلة) كانوا في تلك الفترة مسيحيين جاءوها من مناطق مختلفة من الامبريالية الرومانية وسكنوها كمحاولة بيزنطية لمنع عودة أصحاب المدينة اليهود إليها.
عندما بدأ المسلمون باحتلال يروشلايم اليهودية، قاموا بتعديل الإسم البيزنطي لها “إيليا كابيتولينا” مكتفين باسم ” إيليا”. وبعد أن احكموا سيطرتهم الكاملة عليها، أخضعوها إداريا إلى العاصمة التي أوجدوها “مدينة الرملة” كعاصمة للواء التي كانت يروشلايم (إيليا) تنتمي إليه.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Movimento com crianças palestinas de estilo nazista prepara-se para a jihad



Ao envenenar as mentes das crianças em idade escolar, o Hamas está criando toda uma geração de palestinos para a glorificação dos homens-suicidas, a jihad e o terrorismo.
ONG’s ocidentais e a ONU mantém-se caladas diante do abuso.

Milhares de crianças palestinas em idade escolar têm recebido treinamento militar na Faixa de Gaza para prepará-las para a jihad (guerra santa) contra Israel.
De acordo com Mohamed Siam, um alto funcionário de um ministério do Hamas, cerca de 9 mil alunos de ensino médio já participaram dos 36 acampamentos em toda a Faixa de Gaza. Eles foram ensinados a usar vários tipos de armamentos e a manusear explosivos.
O Hamas diz que o propósito dos acampamentos é preparar as crianças palestinas, tanto militar quanto psicologicamente, para a "libertação da Palestina, desde o rio (Jordão) até o mar (Mediterrâneo)"; em outras palavras, todo o Israel.




Como alguém pode falar sobre a solução de dois Estados quando milhares de crianças palestinas estão sendo treinadas para usar armas e explosivos para substituir Israel por um Estado islâmico? Será que Mahmoud Abbas realmente crê que essas crianças em idade escolar aceitarão sua estratégia de paz com Israel? Estas são perguntas que o Ocidente deve fazer a si mesmo antes de pressionar novamente em relação a uma solução de dois Estados.
O treinamento está sendo realizado sob a supervisão do Ministério da Educação do governo do Hamas, e os acampamentos para treinamento receberam o nome de Al-Futuwwa (Cavalheirismo Espiritual).
De acordo com a Wikipedia, Al-Futuwwa era o nome do movimento jovem pan-árabe fascista e nacionalista, ao estilo da Juventude Hitlerista, que existia no Iraque nos anos 1930 e 1940. Em 1938, a organização jovem Al-Futuwwa enviou um representante ao congresso do partido nazista em Nuremberg, e, por sua vez, hospedou o líder da Juventude Hitlerista, Baldur von Schirach. Em 1941, o clube fascista pan-árabe Al-Muthanna e seu movimento Al-Futuwwa participaram do ataque Farhud contra a comunidade judaica de Bagdá.
Durante a cerimônia de graduação de milhares de crianças em idade escolar, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, declarou que seu movimento estava planejando estabelecer uma academia militar para treinar e educar alunos da sétima e da nona séries. O objetivo, disse ele, é preparar crianças palestinas para a jihadcontra a "entidade sionista".
Dirigindo-se aos formandos, Haniyeh declarou: "Vocês são os futuros líderes. Vocês conduzirão seu povo em direção à liberdade e à dignidade. A Al-Futuwwa terminará em vitória e na libertação de toda a Palestina, "desde o rio Jordão até o mar Mediterrâneo"'.
Não foi surpreendente que os pais na Faixa de Gaza não protestaram contra esta forma de abuso das crianças. Muitos pais, na verdade, parecem gostar da idéia de que seus filhos estejam sendo treinados a manejar explosivos e vários tipos de armas.
Mais preocupante é que apenas algumas dentre as dezenas de organizações de direitos humanos sustentadas pelo Ocidente que operam na Faixa de Gaza levantaram sua voz contra o abuso de crianças feito pelo Hamas. Até mesmo o Fundo das Nações Unidas Para a Infância (UNICEF), que foi criado para trabalhar em favor dos direitos das crianças, sua sobrevivência, desenvolvimento e proteção, ainda não condenou o Hamas por recrutar crianças em idade escolar para seu aparato militar.
Muitas das crianças do Hamas serão, indubitavelmente, enviadas para a frente de batalha durante o próximo round da luta contra Israel. Alguns serão também despachados em missões suicidas contra a "entidade sionista", enquanto a outros serão dados rifles e foguetes de ataque para serem usados contra alvos israelenses.
Ao envenenar as mentes das crianças em idade escolar, o Hamas está criando toda uma geração de palestinos para a glorificação dos homens-suicidas, a jihad e o terrorismo.
E isso está acontecendo no momento em que alguns governos e lideranças do Ocidente estão falando sobre a necessidade de reavivar o processo de paz entre a Palestina e Israel -- e no momento em que a Autoridade Palestina (AP) está fazendo esforços para alcançar a unidade com o Hamas.
Essas são questões que Abbas precisa perguntar a si mesmo, à medida que continua buscando a unidade com o Hamas; e que o Ocidente também faria bem em perguntar a si mesmo.
Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas. Estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém. Trabalha atualmente para a mídia internacional, servindo como "olhos e ouvidos" de jornalistas estrangeiros na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza. Desde 2002, ele tem escrito sobre os problemas palestinos para o jornal Jerusalem Post.  Abu Toameh também trabalha como produtor e consultor da NBC News desde 1989.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Por dentro das Forças de Defesa de Israel


“É inimaginável”, disse Gruber, “que um exército diga ao inimigo antecipadamente quando irá atacar. Mas nós o fazemos para evitar danos colaterais. Arriscamos nossa vida para proteger os palestinos”.
Quando um deles é morto ou fica ferido, outro rapidamente toma a arma dele para parecer que as FDI atiraram em um civil desarmado. Está tudo ali, no filme.

Situação 1Sua missão é bombardear uma casa em território inimigo, ocupada por conhecidos terroristas. Dentro dela, eles estocaram uma enorme quantidade de munições exclusivamente para uso contra seu país. Segundos antes de soltar a bomba, você observa do seu avião que há pessoas se ajuntando no telhado. O que você faz? Você bombardeia a casa e se arrisca a matar as pessoas? Você abandona a missão? Você tem oito segundos para decidir.
Situação 2Sua missão é lançar um míssil e destruir um jipe que está levando um grupo de conhecidos terroristas, que já assassinaram muitos de seus compatriotas. Subitamente, o jipe começa a entrar no estacionamento fechado de um prédio em território inimigo. Você não sabe nada sobre aquele prédio. É uma escola? Uma casa de repouso para idosos? Quem está lá dentro? O que você faz? Você bombardeia o veículo e se arrisca a matar as pessoas dentro do prédio? Você abandona a missão? Você tem oito segundos para decidir.
Situação 3Sua missão é matar um conhecido terrorista em território inimigo; ele está fugindo com seu rifle de ataque AK-47. Ele vê você. Subitamente, ele corre em direção a um grupo de crianças que estão com suas mochilas nas costas e que parecem estar esperando por um ônibus escolar. Com a mão direita, ele puxa aleatoriamente um menino pelo colarinho com tanta força que chega a levantar o menino do chão. Com o AK-47 em uma mão, a criança na outra, ele corre para ter cobertura em meio à multidão, usando a criança como escudo. O que você faz? Você atira e se arrisca a matar a criança? Você abandona a missão? Você tem menos de oito segundos para decidir.
Os militares israelenses enfrentam todos os dias essas situações na vida real. E, em cada caso, os soldados israelenses chegam a medidas nunca imaginadas para evitar causar males a civis palestinos. Na verdade, mais de 600 pessoas viram a exibição de filmes reais dessas três situações e de outras, em uma apresentação feita pelo coronel israelense Bentzi Gruber, que falou na sede de The Friends of Israel em Nova Jersey e na Conferência Profética em Winona Lake/Indiana.
Gruber, um homem alto, elegante, que fala bem, com cerca de 50 anos, é casado e tem cinco filhos. Ele é engenheiro computacional e está trabalhando em sua tese de doutorado em ciência comportamental. Mas, em Israel, poucos homens têm o luxo de serem civis. Em um país do tamanho do estado de Sergipe, meros 15 quilômetros separam Samaria (Margem Ocidental) do mar Mediterrâneo. Além disso, 600 milhões de muçulmanos estão ao redor dos 5,6 milhões de judeus em Israel. Assim, Israel deve sempre lutar para se proteger dos inimigos bem armados que juraram sua destruição.
Gruber é um veterano de 30 anos de carreira nas Forças de Defesa de Israel (FDI). Ele tem 20 mil soldados sob seu comando, já viu muitos combates e conhece em primeira mão quão diligentemente Israel protege inimigos não-combatentes, a despeito dos relatos nos noticiários que pintam os israelenses como assassinos. Em um esforço para tornar a verdade conhecida, ele preparou uma apresentação chamada “Ética no Campo de Batalha”, usando imagens aéreas de aviões israelenses e, em muitos casos, vídeos feitos pelos próprios palestinos, que filmam com regularidade os homens-bomba saindo em missão.
“Não queremos matar civis”, disse Gruber. Então, antes da Situação 1, na qual o prédio em Gaza era o alvo, as FDI soltaram milhares de folhetos em várias línguas, 48 horas antes do ataque, dizendo aos palestinos quando o prédio seria bombardeado e que deveria ser evacuado. Depois, os israelenses fizeram telefonemas e enviaram mensagens de texto. Geralmente, eles obtêm os números da maior parte das pessoas da área. Este é um procedimento-padrão israelense.
“É inimaginável”, disse Gruber, “que um exército diga ao inimigo antecipadamente quando irá atacar. Mas nós o fazemos para evitar danos colaterais. Arriscamos nossa vida para proteger os palestinos”.
Todavia, os palestinos bolaram uma maneira de tirar vantagem da misericórdia de Israel. Quando se aproxima a hora do ataque, eles se reúnem no telhado do prédio que será o alvo, sabendo que as FDI não o bombardearão. Assim, Israel inventou um procedimento que se chama “Batendo no Telhado”. Eles atiram um míssil na beirada do telhado como um aviso de que a bomba grande está vindo a seguir. Então, os palestinos se espalham.
Na Situação 2, quando o jipe cheio de terroristas fez a curva e entrou no estacionamento, o soldado israelense em comando teve oito segundos para desviar o foguete, que explodiu em uma área vazia. “Isso acontece centenas de vezes”, disse Gruber. Os terroristas fugiram.
“Estamos enfrentando o risco”, disse ele. “O objetivo não é matar pelo que alguém fez no passado, mas prevenir que faça algo assim no futuro”.
Na Situação 3, o terrorista que agarrou o menino também escapou. Quando os terroristas sabem que estão sendo perseguidos pelas ruas, “eles enviam crianças (palestinas) para fora, às ruas, para jogar futebol porque sabem que nós não atiraremos”, disse Gruber.
Ele explicou que Israel tem duas regras principais no que se relaciona a danos colaterais: (1) usar de força apenas para realizar a missão; e (2) não causar danos a inocentes - que significa mulheres, crianças, civis e não-combatentes.
Entretanto, determinar quem é não-combatente nem sempre é fácil. Os palestinos, diz Gruber, usam de propósito calças jeans, camisetas e tudo o mais que os torne indistinguíveis no meio da multidão. Eles não se vestem como soldados, como o fazem os israelenses. Além disso, quando um deles é morto ou fica ferido, outro rapidamente toma a arma dele para parecer que as FDI atiraram em um civil desarmado. Está tudo ali, no filme.
Gruber também mostrou tomadas de filmes que pareciam ser de um banheiro comum em uma casa da Faixa de Gaza, até que soldados das FDI removeram o armarinho debaixo da pia, expondo um túnel bem escondido e centenas de explosivos, inclusive TNT líquido. Os residentes também aproveitaram da panfletagem feita antecipadamente por Israel e usaram as 48 horas para disfarçar a cozinha.
Túneis para contrabando, disse Gruber, são um grande negócio. Quatro famílias em Rafah, localizada na parte sul da Faixa de Gaza, possuem 900 túneis tão grandes que os palestinos dirigem jipes e caminhões por ali para o contrabando de armamentos.
Gruber também mostrou um filme de uma ambulância claramente marcada como pertencente às Nações Unidas, com dois terroristas dentro. Sete outros subiram nela com suas armas. Ele disse que a ONU tem um orçamento de 1,3 bilhões de dólares em Gaza, e dali veio o salário do motorista da ambulância e os fundos para a manutenção do veículo e para o combustível.
“Enviamos tudo para Gaza”, disse Gruber, “inclusive alimentos e medicamentos. Trinta e cinco por cento da eletricidade de Gaza vem da nossa estação de energia em Ashkelon [Israel], a qual eles tentam alvejar todos os dias com seus foguetes”.
Infelizmente, estar em constante estado de semi-guerra tem um alto preço. Mesmo assim, o pequenino estado judeu não comprometerá seus princípios nem se rebaixará ao nível dos terroristas. O coronel Gruber disse que o estresse pós-traumático é um sério problema, e que a nação perde 45 soldados por ano por suicídio -- o que seria o equivalente a 2.500 soldados americanos. A maioria deles sofria de inevitáveis danos colaterais e não conseguia viver com as lembranças. “Quando mata uma pessoa inocente, você carrega aquela pessoa em suas costas pelo resto de sua vida”, disse Gruber.
De fato, o coronel Gruber fundou uma organização chamada “Chesed (palavra hebraica que significa "gentileza' e "misericórdia') in the Field” [Misericórdia no Campo/Gentileza no Campo], que reúne soldados das FDI e pessoas com doenças terminais ou deficientes, para terem experiências que educam e que inspiram. “Quando nossos soldados são pessoas boas, temos um exército forte e um país seguro”, diz ele em seu site: www.bentzigruber.com.
Gruber falou em Harvard, na Universidade da Califórnia em Berkeley, e em uma grande quantidade de outras universidades americanas que são abertamente hostis a Israel. Contudo, ele continua a trazer sua mensagem. “Quando você ouve mentiras, deve ter coragem para se levantar contra elas”.
“É um privilégio para mim”, disse ele, “estar no exército para proteger minha família, para proteger Israel, e para proteger o mundo ocidental”. 

Lorna Simcox é editora-chefe de The Friends of Israel.
Publicado na revista Notícias de Israel -  www.Beth-Shalom.com.br

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Aborígene canadense diz aos árabes "palestinos": parem de se comparar ao meu povo



Por Ryan Bellerose



Eu sou um Métis do norte de Alberta. Meu pai, Mervin Bellerose, foi co-autor do 'Métis Settlements Act' de 1989, que foi aprovado pelo Legislativo de Alberta em 1990 e que consolidou os direitos de nossa terra.
Eu fundei o "Canadians For Accountability", um grupo de defesa dos direitos dos nativos e sou um organizador e participante do movimento "Idle No More" em Calgary. E eu sou um sionista.

... Meu povo, os Métis, veio a Alberta após a Revolução Americana, a pedido do nosso governo, para evitar o assentamento dos americanos no oeste do Canadá.

Nós nos estabelecemos na terra e seguimos as regras do homem branco. Mas acabamos sendo expulsos, nossas casas foram dadas aos pioneiros brancos. Ninguém nos queria.
Fomos forçados a viver na clandestinidade, nas estradas, no meio do mato. Nós não tinhamos direitos e fomos mortos a torto e a direito, como se fossemos meros "inconvenientes".


O exílio quebrou a nossa nação. Nosso povo vagava sem esperança e sem casa. Então, em meados de 1900, os nossos líderes asseguraram nosso direito a terra. Não a terra que queriamos, mas a terra que nos permitiria construir um futuro melhor. 
Nós a aceitamos.  Construímos nossos assentamentos e formamos um governo para melhorar a vida do nosso povo.  Nós ainda temos muitos problemas para resolver, é claro!, mas também temos pessoas mais educadas do que nunca e estamos, lentamente, nos tornando auto-suficientes, assim como nossos líderes imaginaram.  Neste ponto, o povo judeu e os Métis trilharam o mesmo caminho.

Os judeus também sofreram com um genocídio e foram expulsos de sua terra natal. Eles também foram rejeitados por todos e forçados a vagar. Como nós, eles se rebelaram contra a injustiça imperial quando necessário e, apesar de seus ressentimentos, esforçaram-se pela paz sempre que possível. 
Como nós, eles receberam apenas uma pequena porção de suas terras de volta depois de séculos de sofrimento e perseguição, uma terra que ninguém mais queria chamar de "casa" até então. Como nós, eles aceitaram essa terra, apesar de seus receios e forjaram uma nação a partir de um povo despedaçado e ferido. E como nós, eles mostram uma vontade consistente de buscar um compromisso para o bem de seu povo. 

...Muitos afirmam que nós, os nativos, temos mais em comum com os palestinos, que sua luta é a nossa luta.  Além dessas semelhanças superficiais, nada poderia estar mais longe da verdade. Além da fácil cooptação da nossa causa, a comparação com os palestinos é absolutamente insustentável. Ela banaliza o nosso sofrimento.

...Por 65 anos, os palestinos têm convencido o mundo de que eles estão em uma situação pior do que muitas outras nações sem Estado, apesar de todas as evidências em contrário.  Os palestinos afirmam ter sido colonizados, mas foram seus próprios líderes os que se recusaram a negociar e que perderam a terra que eles agora querem, por travar uma guerra desnecessária contra Israel.  Eles afirmam ter sofrido um genocídio, mas eles nunca foram vitimas de tal coisa: sua população explodiu de algumas centenas de milhares em 1948 para mais de 4 milhões hoje.  Eles alegam privação, mas suas elites vivem no luxo, enquanto o povo vive na pobreza e em ruínas.


mansão em Gaza (mais fotos em http://www.therealgaza.com/



Além do mais, os líderes palestinos nunca estiveram interessados em uma solução pacífica para o seu povo. A eles foram dadas várias oportunidades para ter seu próprio estado - pela primeira vez na história - e, em todos as vezes eles recusaram, escolhendo a guerra em vez da paz, porque as ofertas nunca foram consideradas suficientes. 
Eles têm, persistentemente, usado o terrorismo para chamar a atenção para sua causa, e seus líderes têm celebrado a morte de civis batizando parques e escolas com os nomes de assassinos (ver aqui, aqui e aqui). E qualquer palestino que questione a retórica maximalista ou que sugira um comprometimento real é imediatamente banido, com a fama de traidor, ou assassinado.



Os palestinos não são como nós. Sua luta não é a nossa luta. Nós, os nativos, acreditamos em trazer a mudança de forma pacífica, e nos recusamos a ser ligados a qualquer um que se envolva em violência contra alvos civis. 

Eu não posso ficar em silêncio e permitir que os palestinos, para ganhar credibilidade às nossas custas, aleguem que têm muito em comum conosco.
Eu não posso me calar enquanto eles banalizam nossa situação, igualando-a a deles, que é em grande parte auto-infligida. Nossa população de mais de 65 milhões foi violentamente reduzida a uns meros 10 milhões, um massacre sem precedentes na história humana.
Comparar nossa historia, de qualquer forma que seja, com a dos palestinos é profundamente ofensivo para mim. Os palestinos perderam a terra que eles reivindicam, mas a eles foram dadas, repetidamente, todas as oportunidades para construir seu estado e fazer uma parceria com os judeus - e eles, persistentemente, recusaram as propostas de paz e escolheram a guerra. Nós nunca recebemos essa chance. Nós nunca fizemos essa escolha.

Texto na integra 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Anna Baltzer, pro-palestinian fraud





Anna Baltzer -- apparently neither a Fulbright Scholar, nor a descendant of Holocaust survivors, nor an alumna of the Birthright Program -- appears to be just a fraud and a fabulist. So why is Oxford having her speak January 31st?
Anna Baltzer, a pretty lady who heads the US Campaign to End the Israeli Occupation (USCEIO) in Washington, DC., has developed a platform for herself going about the world lecturing as a Jew who once supported the State of Israel, but who had an epiphany and discovered that Israel and "Zionists" were exploiting and abusing the Palestinian people. The USCEIO is, in fact, the International Solidarity Movement (ISM) renamed for the purpose of lobbying Congress in Washington. It was created by Huwaida Arraf, one of the co-founders of the ISM who alsoserves on the group's steering committee.

Placing Anna Baltzer as the titular head of the Campaign was intended to convince both Jews and non-Jews that opposition to Israel's existence is fine because even Jews such as her believe in the necessity of destroying the Jewish state, especially through boycotts and divestment. Anna Baltzer is a modern day Tokyo Rose for the ISM against Israel: she speaks at anti-Israel events and promotes boycott and divestment campaigns against Israel, in support of terrorist groups such as Hamas in its plans to destroy Israel any way it can. She has participated or helped at demonstations staged by Code Pink, Global Exchange, the Gaza Flotilla, Viva Palestina and other anti-Israel groups that make up the ISM.
USCEIO has been frantically sending out fundraising email blasts and announcing on its website that Ms. Baltzer will appear in a debate about the Israeli-Palestinian conflict to be presented by the distinguished Oxford Union in England on January 31st. According to the Oxford Union's website, "The Union is the world's most prestigious debating society, with an unparalleled reputation for bringing international guests and speakers to Oxford. It has been established for 189 years, aiming to promote debate and discussion not just in Oxford University, but across the globe."

The Oxford Union has delivered these debates by distinguished academic, religious and national leaders from ex-President Ronald Reagan to the Dali Lama. The purpose of the debates is the furtherance of education and knowledge. The subject of this debate will be: "This House Believes That Israel is a Force for Good in the Middle East."

The announcement of the three debaters for the anti-Israel point of view, however, disturbingly advertises propagandists and fabulists such as Ilan Pappe, Ghada Karmi and most importantly, Anna Baltzer, who is billed on the Oxford Union's website as head of the USCEIO and who will apparently speak in opposition to Israel's right to exist.

Ilan Pappe has already been proven to be bankrupt as a scholar after it was proven in court he was involved in fabricating a phony massacre by Israeli forces of the Arab village of Tantura in 1948. In a defamation and libel lawsuit brought by veterans of the Alexandroni Brigade in Israel, Pappe's PhD student under his advice admitted on the witness stand that he fabricated the entire massacre with his supervisor's knowledge and that he was paid $6,000 by the PLO to do so.

The other speaker alongside Anna Baltzer will be Ghada Kharmi, a Palestinian academic at the University of Exeter, Britain, and the author of Married to Another Man: Israel's Dilemma in Palestine. Her writings are merely polemics devoid of any history or facts with which to back them up. She claims, incredibly, for example, that Israel has never made a peace offer to the Palestinians, along with standard slanderous Palestinian propaganda and claims that masquerade as facts -- such as that Israel violates "international law" by the building of settlements, which are completely legal per UN Resolution 242, and the stopping of the Gaza Flotillas that was completely legal by international maritime law. Karmi encourages war by proxy, such as writing in support of the British boycott of Israeli academics and Israeli universities.

What is Karmi's intellectual solution to the Israeli-Palestinian conflict, which she also claims is the reason for al Qaeda? She says Israel must become one state called Palestine; must withdraw to the 1949 borders; must give the Palestinians half of Jerusalem, and then allow seven million Palestinians to move inside Israel, creating a flood of Muslims that would demographically overwhelm the current Jewish population there. As for terrorism, she glosses over it as the desperate actions of some extremists who are fighting "colonialism." Her writings hardly reflect anything in the way of solid research or intellectual balance.

Stephen Stotsky of CAMERA.org has written an excellent exposé of Baltzer's lies about Israel. However, new information has arisen about Baltzer's background and history as a Jew.
In her Wikipedia entry and various speeches she has presented, mostly to Christian churches, Ms. Baltzer has claimed she comes from a Jewish family in which her grandparents were Holocaust survivors; that she was a Fulbright Scholar from Columbia University, and that at first she was pro-Israel. After touring with Fulbright in 2003 in Turkey, she alleges she visited "Palestine," Syria and Iran and met "friends" who "educated" her on the suffering of the Palestinians at Israeli hands, so that today she is a dedicated anti-Zionist. She included a cry at the end of an interview recorded in Ireland in 2010 on an anti-Israel radio station that it is her hope "Inshallah, to one day bring down Zionism" -- meaning to end the Jewish state.

More recently, Anna Baltzer, back in the United States, lent her name and prestige to an attempt by the Students for Justice in Palestine at UC San Diego to prompt the entire student body association there to boycott and divest from Israel. The appearance, presumably intended to be a springboard to spread the boycott and divestment to other campuses, failed. While the event was being debated at UC SAN Diego, Anna Baltzer made a video, which appeared on You Tube, in support of boycotts and divestments from Israel, and directed to the anti-Israel campaign at the UC Campus. In this video, she claimed that she went on a Birthright tour -- a program that provides free trips to Israel for Jewish college students and recent graduates -- in the year 2000 as an enthusiastic pro-Zionist Jewish girl. She claims that after finishing the tour, she researched the suffering of the Palestinians and became a supporter of the anti-Israel movement.

There is just one problem with this scenario: According to my research, Anna Baltzer never went on a Birthright tour of Israel in the year 2000 or any other time. Inquiries to the New York and Israel offices to ascertain if she went with Birthright, revealed absolutely no record of any Anna Baltzer attending the program ever, let alone in year 2000. In short, it seems that Anna Baltzer lied about her participation in Birthright to convey the false impression that she was once a loyal Jew who supported the Jewish homeland but had discovered the justification for Palestinians' goals to overthrow Israel.
Further, after researching Ms. Baltzer's claims of being a Fulbright Scholar from Columbia in 2003, it has been determined from both Columbia's and the Fulbright websites, as well as Fulbright officials, that Anna Baltzer was never a Fulbright scholar either. A list of Fulbright Scholars at the Fulbright website contains the names of all Fulbright scholars from the United States and abroad from the late 90's to the present. Ms. Baltzer's name is nowhere to be found.

Anna Baltzer's claims about her personal and academic background should come as no surprise: it has gained her entrée to speaking engagements at colleges across the US and abroad where she spreads lies against Israel. At her presentation at St. Joseph the Worker's Presbyterian Church in Berkeley, California in 2007, Anna Baltzer recounted a tale of a pregnant Palestinian mother who, in an emergency, was taken by ambulance, but forbidden to pass a checkpoint manned by Israeli soldiers, who had told her that her ambulance could not pass through the checkpoint until 7 am, although she had arrived in an a Code 3 state at 6:30 am. Baltzer claimed -- drawing gasps from the audience -- that due to this delay, the woman miscarried twin fetuses. In an implicit comparison of Israeli soldiers to Nazis, she alleged the IDF soldiers kept telling the poor woman that they "were just following orders" -- a veiled reference to the Nazis' excuses, at the Nuremberg trials after the World War II, for their role in the death camps. There was no mention that the checkpoints had been erected in the first place to stop what had been incessant terrorist attacks and suicide bombings.

When asked the name of the woman who had miscarried, the location of the checkpoint, the time of day, the names of reliable witnesses and the outcome of any military investigation of such cruelty, she said that she did not know, that she had not been there. She even said she was surprised to hear that the Israeli army would have received a formal complaint if such an event had actually occurred. Pressed still further about the authenticity of her tale, in a book she was selling that supposedly contained her personal eyewitness accounts of Israeli atrocities against Arabs, Baltzer admitted she did not know the details because the story had been told to her second hand by Lamis Deek, a well-known Arab propagandist from the ISM. In the 2010 radio interview in Ireland, however, Anna Baltzer changed the story and said, after recounting the same tale, that she interviewed the poor Arab woman who had lost the two babies -- again with no names, dates or places.

The ISM with which Baltzer works regularly uses the imagery of Holocaust survivors who see the need to end the Jewish state. Hedy Epstein, in her eighties, is paraded around by the ISM at their boycott and divestment events in California colleges. Epstein also appeared on the ISM Flotilla Boats to Gaza, and has always been presented as a "Holocaust survivor" who is against Israel. Research has shown that as a child Ms. Epstein spent the war in the safety of England, and was never in a concentration camp or even on the European continent. Rather, in her youth, Ms. Epstein was party to several pro-Soviet communist movements, whose Stalinist leanings were anti-Zionist, and she even supported Pol Pot's regime of mass murder.

Using the same "Holocaust survivor" imagery, Baltzer claims she is the descendant of Holocaust survivors who instilled in her a need to support Palestinian aims against Israeli persecution. After researching her grandparents through the Yad Vashem Holocaust museum in Israel, as well as the Simon Wiesenthal Center and the US Holocaust Memorial Museum, to see if her family were actually in concentration camps, nothing could be found. This, too, appears to be a fabrication by Baltzer, or at best an embellishment, like Hedy Epstein's, of being a Holocaust survivor.

The Oxford Union's President was distressed to learn these facts about Ms. Baltzer's academic fraud and said she would share such information with the faculty advisers with the possible outcome of her being removed from the debate.

An educational debate, especially at a university as august as Oxford, should feature academics or speakers who are genuine, not imposters or fakes planted to distort facts and slander and demonize a fellow democracy. Anna Baltzer seems to be neither a Fulbright scholar, not a descendant of Holocaust survivors nor an alumna of the Birthright program. She appears to be just a fraud and a fabulist. So why is Oxford having her speak?