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sábado, 10 de setembro de 2011

The Economist: Palestinos estão entre os mais obesos do mundo

De acordo com o jornal britânico The Economist os palestinos então entre as populações mais obesas do mundo - as mulheres estão em terceiro lugar (42.5% das palestinas são consideradas obesas) e os homens palestinos estão em oitavo lugar (23.9%).

http://www.economist.com/node/8846631

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Fatalidades no conflito árabe-israelense

O conflito árabe-israelense ocupa apenas o 49º Lugar em número de vítimas entre todos os conflitos desde 1950



Diz-se frequentemente - e não só por extremistas - que o conflito árabe-israelense é o mais mortal e, de acordo com isso, Israel é tido como o país mais agressivo e perigoso do mundo (a frente até de países como Irã, China, Coréia do Norte e Venezuela).

Um exemplo disso foi o discurso do então primeiro-ministro britânico Tony Blair no Congresso norte-americano, em julho de 2003: "O terrorismo não será derrotado sem a paz no Oriente Médio entre Israel e a Palestina. É aqui que o veneno é incubado. É aqui que o extremista pode confundir na mente de um número assustadoramente grande de pessoas o argumento para a criação de um estado palestino e a destruição de Israel". Este ponto de vista tolo e simplista leva muitos europeus a ver Israel como o país mais ameaçador do planeta.

Mas será isso verdade?

A fim de colocar as fatalidades árabe-israelenses no seu próprio contexto, Gunnar Heinsohn compilou estatísticas para classificar todos conflitos ocorridos desde 1950, de acordo com o número de mortes ocorridas. Note como bem abaixo na lista encontra-se o lançamento das letras em negrito.


Conflitos desde 1950 com mais de 10.000 Fatalidades *

1 40.000.000 China Comunista, 1949-76 (matança total, escassez causada pelo homem, Gulag)
2 10.000.000 Bloco Soviético: final do Estalinismo, 1950-53; pós-Stalinismo, até 1987 (principalmente o Gulag)
3 4.000.000 000 Etiópia, 1962-92,: Comunistas, fome artificial, genocídios
4 3.800.000 Zaire (Congo-Quinshasa): 1967-68; 1977-78; 1992-95; 1998-até o presente
5 2.800.000 Guerra da Coréia, 1950-53
6 1.900.000 Sudão, 1955-72,; 1983-2006 (guerras civis, genocídios)
7 1.870.000 Camboja: Khmer Rouge 1975-79; guerra civil 1978-91
8 1.800.000 Guerra do Vietnã, 1954-75
9 1.800.000 Afganistão: Matanças Soviéticas mutuamente destrutivas e do Taliban 1980-2001
10 1.250.000 Massacres do Paquistão ocidental no Paquistão Oriental (Bangladesh 1971)
11 1.100.000 Nigéria, 1966-79 (Biafra); 1993até o presente
12 1.100.000 Moçambique, 1964-70 (30,000) + depois da retirada de Portugal 1976-92
13 1.000.000 Guerra Irã-Iraque 1980-88
14 900.000 Genocídio em Ruanda, 1994
15 875.000 Argélia: contra a França 1954-62 (675.000); entre islâmicos e o governo 1991-2006 (200.000)
16 850.000 Uganda, 1971-79; 1981-85; 1994 até o presente
17 650.000 Indonésia: Marxistas 1965-66 (450.000); Timor Oriental, Papua, Aceh etc, 1969 até o presente (200.000)
18 580.000 Angola: guerra contra Portugal 1961-72 (80.000); depois da retirada de Portugal (1972-2002)
19 500.000 Brasil contra os seus índios, até 1999
20 430.000 Vietnã, depois que a guerra terminou em 1975 (seu próprio povo; refugiados dos barcos)
21 400.000 Indochina: contra a França, 1945-54
22 400.000 Burundi, 1959-present (Tutsi/Hutu)
23 400.000 Somália, 1991 até o presente
24 400.000 Coréia do Norte até 2006 (seu próprio povo)
25 300.000 Curdos no Iraque, Irã, Turquia, anos 80 à 90
26 300.000 Iraque, 1970-2003 (Saddam contra as minorias)
27 240.000 Colômbia, 1946-58,; 1964 até o presente
28 200.000 Iugoslávia, regime de Tito, 1944-80
29 200.000 Guatemala, 1960-96
30 190.000 Laos, 1975-90
31 175.000 Serbia contra a Croácia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, 1991-1999
32 150.000 Romênia, 1949-99 (seu próprio povo)
33 150.000 Libéria, 1989-97
34 140.000 Rússia contra a Chechênia, 1994 até o presente
35 150.000 Guerra civil do Líbano, 1975-90
36 140.000 Guerra do Kuwait, 1990-91
37 130.000 Filipinas: 1946-54 (10.000); 1972 até o presente (120.000)
38 130.000 Burma/Mianmar, 1948 até o presente
39 100.000 Iêmen do Norte, 1962-70
40 100.000 Serra Leoa, 1991 até o presente
41 100.000 Albânia, 1945-91 (próprio povo)
42 80.000 Irã, 1978-79 (revolução)
43 75.000 Iraque, 2003 até o presente (doméstico)
44 75.000 El Salvador, 1975-92
45 70.000 Eritréa contra a Etiópia, 1998-2000
46 68.000 Sri Lanka, 1997 até o presente
47 60.000 Zimbábue, 1966-79; 1980 até o presente
48 60.000 Nicarágua, 1972-91 (Marxistas/nativos etc...)
49 51.000 Conflito Árabe-Israelense 1950 até o presente
50 50.000 Vietnã do Norte, 1954-75 (próprio povo)
51 50.000 Tagiquistão, 1992-96 (secularistas contra Islâmicos)
52 50.000 Guiné equatorial, 1969-79
53 50.000 Peru, 1980-2000
54 50.000 Guiné, 1958-84
55 40.000 Chad, 1982-90
56 30.000 Bulgária, 1948-89 (próprio povo)
57 30.000 Rodésia, 1972-79
58 30.000 Argentina, 1976-83 (próprio povo)
59 27.000 Hungria, 1948-89 (seu próprio povo)
60 26.000 Independência da Cachemira, 1989 até o presente
61 25.000 Governo Jordaniano x Palestinos, 1970-71 (Setembro Negro)
62 22.000 Polônia, 1948-89 (seu próprio povo)
63 20.000 Síria, 1982 (contra islâmicos em Hama)
64 20.000 Guerra chinesa-vietnamita, 1979
65 19.000 Marrocos: Guerra contra a França, 1953-56 (3.000) e no Saara Ocidental, 1975 até o presente (16.000)
66 18.000 República do Congo, 1997-99
67 10.000 Iêmen Sul, 1986 (guerra civil)

*Todos os números foram arredondados.
Fontes: Z. Brzezinski, Out of Control: Global Turmoil on the Eve of the Twenty-first Century, 1993; S. Courtois, Le Livre Noir du Communism, 1997; G. Heinsohn, Lexikon der Völkermorde, 1999, 2nd ed.; G. Heinsohn, Söhne und Weltmacht, 2006, 8th ed.; R. Rummel, Death by Government, 1994; M. Small and J.D. Singer, Resort to Arms: International and Civil Wars 1816-1980, 1982; M. White, "Death Tolls for the Major Wars and Atrocities of the Twentieth Century," 2003.


Este terrível inventário mostra que o número total de mortes em conflitos desde 1950 é de aproximadamente 85.000.000. Dessa soma, as mortes no conflito árabe-israelense desde 1950 incluem 32.000 mortes devido a ataques de estados árabes e 19.000 devido a ataques palestinos, ou seja: 51.000 ao todo. O número de árabes mortos é de aproximadamente 35.000, e os judeus israelenses 16.000.

Esses números mostram que, desde 1950, as mortes no conflito árabe-israelense representam apenas 0,06% do total de mortes em todos os conflitos no mesmo período, ou seja: só 1 a cada 1,700 mortos em conflitos desde 1950 morreram devido ao conflito árabe-israelense.

(Adicionando os 11.000 mortos na guerra da independência israelense, 1947-49, compostos de 5.000 árabes e de 6.000 israelenses, não se alteram estes números significativamente).

Numa perspectiva diferente, uns 11.000.000 de muçulmanos foram mortos violentamente desde 1948, dos quais 35.000 (ou 0,3 por cento) morreram durante os sessenta anos de lutas com Israel, ou seja: 1 a cada 315 fatalidades muçulmanas. Em contraste, mais de 90 por cento dos 11 milhões dos que pereceram foram mortos pelos próprios muçulmanos.

Comentários: (1) Apesar da relativa não-letalidade do conflito árabe-israelense, seu renome, notoriedade, complexidade, e centralidade diplomática provavelmente continuarão a lhe dar importância desproporcional na imaginação global. E a reputação de Israel continuará a pagar o preço. (2) Mesmo assim, isso ajuda a mostrar a estatística 1-em-1.700 como um corretivo, na esperança de que um dia, esta realidade exposta, permita ao conflito árabe-israelense tomar seu legítimo lugar, menos importante nas políticas mundiais.


Professor Heinsohn é o diretor do für de Raphael-Lemkin-Institut Xenophobie - und Genozidforschung da Universidade de Bremen.

Deir Yassin

Um dos versículos do missal anti-semita, exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial, é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram aos judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.

Os anti-semitas, disfarçados de “anti-sionistas” e “apoiantes da causa palestiniana”, largam a designação “Deir Yassin”, com ar profundo e indignado e, embora não tenham uma ideia clara do que realmente aconteceu, fazem conta que sim e avançam alegremente pelo velhíssimo caminho da demonização do judeu.

Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Telaviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada excepto por essa estrada.

A 13 de Março de 1948, uma companhia árabe, constituída predominantemente por iraquianos tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
Foram feitos avisos prévios à população de que devia abandonar a zona, agora transformada em objectivo militar, de facto a maioria da população saiu da aldeia.

Quando os paramilitares judaicos chegaram foram recebidos a tiro pelos iraquianos, muitos dos quais se tinham vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que, como sabemos, continua a ser usado tanto no Líbano como em Gaza.
Os judeus responderam, e nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu pesadas baixas (50 homens) mas conseguiu finalmente neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a fazer fogo com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes ripostaram, matando todos os prisioneiros.
Reacção normal… sem ir mais longe, em Aljubarrota os portugueses executaram centenas de prisioneiros gascões que se tinham rendido, quando a área dos trens foi atacada pelo Mestre de Alcântara.

Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.

A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes (incluindo os iraquianos) em consequência do fogo cruzado. Ou sejam, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia árabe que ocupou a aldeia.

De onde vem então a ideia do “massacre”?

Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e das manobras propagandísticas da ultima guerra com o Hezbolah: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade”.

Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades, e basta recordar o que aconteceu no Verão passado com o “massacre” de Canaa, para se ter uma ideia das asneiras que as pessoas proferem, quando enfunadas pela ignorância convencida e pelas visões estrábicas do mundo.

Neste caso o tiro saiu aos árabes pela culatra porque a distorção dos factos lançou o pânico nos felas, contribuindo para engrossar o número de refugiados.
Isto foi confirmado num documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de aldeões e protagonistas de Deir Yassin.

Não houve violações. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus
(Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, , Middle East Times, 20 de Abril de 1998)

A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram
(Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin,Daily Telegraph, 8Abril1998 )

Aliás Arafat, na sua biografia autorizada, refere expressamente que os exageros das histórias sobre Deir Yassin acabaram por provocar um efeito contrário aquele que se pretendia.

Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objectivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiantes da causa palestiniana” (ódio a Israel, em português).Uma coluna médica do Hospital de Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
Mas destes não reza a história... eram meros "porcos judeus".

Jenin, o massacre que não houve




Foto aérea mostrando que apenas alguns prédios do campo de refugiados de Jenin foram destruídos na luta.





Jenin foi um dos 26 campos de refugiados nos territórios da Autoridade Palestina (18 na Judéia/Samaria e 8 na Faixa de Gaza) transformados nos últimos anos em fortalezas do terrorismo palestino. Desde o início da intifada de Al-Aksa, uma das células terroristas mais perigosas dos muçulmanos fanáticos funcionava em Jenin. Não foi por acaso que Jenin tornou-se conhecida como "fábrica do terror". "De todos os combatentes, nós éramos os mais bem preparados", disse o terrorista palestino Omar ao jornal egípcio Al-Ahram pouco após o término da luta em Jenin. "Nosso plano era criar uma armadilha para os soldados israelenses em Jenin, detonando cada um que entrasse no campo de refugiados".

Apesar das acusações contra Israel veiculadas em toda a mídia mundial, em que se chegou a falar de milhares de mortos entre a população civil, logo ficou claro que se tratava apenas de propaganda palestina. Israel evitou bombardear o campo de refugiados justamente para preservar a vida dos civis. Desse modo, os soldados israelenses tiveram que enfrentar uma dificílima luta no solo, o que resultou na morte de 23 deles. Dos 50 palestinos encontrados mortos nas ruínas, 45 estavam uniformizados e armados e apenas 5 eram civis.

Israel está sempre "na mira" da ONU
Muitos jornalistas divulgaram as alegações palestinas sobre centenas de cadáveres enterrados em valas comuns e sob os escombros das casas que teriam sido destruídas indiscriminadamente. O oficial israelense Joni Wolf, que combateu em Jenin, explica: "Os buldozeres eram chamados apenas quando víamos que um prédio estava ocupado por terroristas ou impedia o aceso a alguma posição importante. Além disso, duas vezes por dia havia um cessar-fogo e apelos eram feitos por alto-falantes para que os terroristas se entregassem, o que muitos fizeram. Mesmo depois disso, ainda esperávamos por algum tempo para ver se alguém mais sairia do prédio. Somente depois disso os buldozeres o demoliam".

"Mortos vivos" e "mortos mortos"
Para dar a impressão de que havia um maior número de vítimas em Jenin, os palestinos também encenaram sepultamentos para a mídia ocidental e para as organizações de defesa dos direitos humanos. Por exemplo, o exército israelense divulgou um filme mostrando que um palestino "morto" caiu da padiola em que estava sendo transportado e saiu correndo. Jornalistas israelenses também constataram que funcionários da AP tinham "abastecido" a vala comum dos "massacrados" com cadáveres retirados do cemitério de Jenin. Além disso, os habitantes foram ameaçados para não contarem aos investigadores nada a respeito da realidade da luta e das ações dos terroristas.




No escritório da UNWRA em Jenin um colete à prova de balas da ONU pendurado junto a quadros de "mártires" palestinos



A ONU administra os campos de refugiados
Antes que a ONU possa condenar Israel por um massacre que nunca aconteceu, ela deveria examinar a si mesma, procurando explicar como os campos de refugiados palestinos puderam se transformar em centros de terrorismo. No fogo cruzado das acusações contra Israel, esqueceu-se que os campos são administrados pela UNWRA (Agência de Socorro Para os Refugiados Palestinos), um organismo da ONU responsável pelos refugiados. "Aliás, há muitos anos perdura o escândalo da submissão da ONU à estratégia árabe de manter os campos de refugiados como abrigos temporários", diz o especialista israelense Dr. Shlomo Avineri. Ele explica a razão: "Apenas assim os palestinos e a UNWRA podem exigir a manutenção do status de refugiados. Dessa forma eles também podem continuar insistindo no direito de retorno dos refugiados a Israel". Por isso, a AP de Yasser Arafat nunca investiu no melhoramento da situação nos campos de refugiados, apesar de ter recebido apoio financeiro dos EUA e dos países da União Européia para essa finalidade. "Qualquer tentativa de reabilitação ou melhoramento das condições dos refugiados tem sido rejeitada pelos políticos árabes. Desse modo eles conservam conscientemente a miséria dos palestinos para não enfraquecerem suas exigências com relação a Israel", explica o Dr. Avineri.

12.500 palestinos são funcionários da ONU
O número elevado de palestinos que são funcionários da ONU (4.500 na Judéia/Samaria e 8.000 na Faixa de Gaza) causa estranheza. Os palestinos trabalham nas mais variadas atividades da ONU nos territórios (escolas, serviço social, escritórios) e são pagos por ela. Isso explica porque a ONU não fez nada contra a criação de centros de terrorismo nos campos de refugiados. Em outras palavras: os funcionários da ONU deixaram de observar conscientemente as atividades terroristas e até participaram delas.






A AP de Yasser Arafat nunca investiu na melhora da situação nos campos de refugiados, apesar de ter recebido apoio financeiro dos EUA e dos países da União Européia para essa finalidade.

A ONU sempre mostra compreensão pelo lado palestino, mas não pelo israelense. No mês de março (2002), terroristas palestinos assassinaram 130 israelenses e não se ouviu nenhuma crítica por parte da ONU. Na véspera da páscoa, 28 judeus perderam suas vidas no atentado contra o Hotel Park em Netania. A ONU condenou os palestinos por isso? "O derramamento de sangue de ambos os lados deve ser interrompido", disse, como sempre, o Secretário-Geral Kofi Annan. Mas, o que Israel pode esperar da ONU, se dos seus 189 países-membros 52 são nações muçulmanas e inúmeras outras são alinhadas com elas.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

JORNALISTA ÁRABE CONFIRMA QUE O PROBLEMA DE GAZA NÃO É ISRAEL

Um jornalista do diário egípcio Al-Ahram confirmou aquilo que um punhado de repórteres ocidentais tem relatado: que Gaza não está realmente fechada num cerco e que qualquer opressão sentida pelos palestinianos locais é causada pelos outros árabes, e não por Israel.

Em chocante contraste com os relatos regulares da mídia ocidental que falam de privação e carência generalizadas em Gaza, o jornalista Ashraf Abu al-Houl relatou que "prevalece um sentimento de absoluta prosperidade, manifesta pelos enormes resorts ao longo e perto da costa de Gaza."

Ashraf Abu al-Houl escreveu ainda: "a visão das mercadorias e dos luxos que enchem as lojas de Gaza espantou-me". Não apenas isso, mas o jornalista também descobriu que a maior parte dos bens pode ser comprada em Gaza a preços muito mais baixos do que no Egipto porque em Gaza "a oferta é muito maior que a procura."

Tal como alguns poucos jornalistas ocidentais tiveram coragem de relatar, esse facto levou al-Houl ao reconhecimento de que o limitado embargo israelita à Faixa de Gaza controlada pelo Hamas "é formal ou político, não é económico". Em outras palavras, Israel não está causando uma crise humanitária ou económica em Gaza.

Há contudo pobreza generalizada em Gaza, mas que é fruto da corrupção, existindo um grande fosso entre "os que têm" e "os que não têm".

Al-Houl entrevistou o activista político Mustafa Ibrahim, que contou que cerca de vinte por cento dos habitantes de Gaza controlam quase toda a riqueza do território, e quase todos eles estão afiliados de perto com o movimento Hamas, que dirige o governo local. Os habitantes ricos de Gaza investem fortemente na indústria do lazer e gastam desordenadamente, ao mesmo tempo que cobram taxas vergonhosamente caras para luxos básicos, como por exemplo frequentar uma praia.

Entre o resto da população, o desemprego atinge aproximadamente os 45%, e esses são os habitantes de Gaza constantemente apresentados pela mídia ocidental como "produtos" da assim chamada "opressão israelita".

A reacção mundial a essas imagens transmitidas pela mídia é inundar Gaza com mais ajuda humanitária, que passa pelas mãos dos ricos, acabando por torná-los ainda mais ricos, ao passo que os pobres ficam mais pobres...

As autoridades israelitas têm vezes sem conta aludido a esta situação no passado quando avisavam que não havendo hoje uma crise humanitária em Gaza, a comunidade internacional vai acabar por criar uma ao entregar-se nas mãos da classe da elite corrupta do território.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Auschwitz II: Gazans enjoy new water amusement park

Photos: Gazans enjoy new water amusement park

Gaza is the most destitute place on earth, and the people there live in abject poverty and despair. That is why humanitarian aid flotillas regularly try to break the heinous Israeli blockade of the Hamas-ruled territory.

At least, that's what the international media wants its viewers to believe. Stories of suffering sell more newspapers and advertising slots, after all.

But once again, the truth that Gaza is no better or worse off than anywhere else in the Middle East has been revealed in a series of photographs showing local residents enjoying the opening of a new water amusement park.

The park, which features massive water slides, rides for children and luscious green lawns is located in the southern Gaza town of Khan Younis, which is often referred to by mainstream media outlets as a "refugee camp."

Nor is the Khan Younis water park the only one of its kind in Gaza. In September of last year, Israel Today reported on the popular and luxurious "Crazy Water Park" in Gaza City after it became the target of Hamas fanatics intent on maintaining image of Gaza as a place of squalor.

Also last year, Gaza City became home to a new luxury shopping mall that rivals those in Tel Aviv.

With such amenities popping up in a region that purportedly has less than nothing, a few rare foreign journalists started to notice that something was amiss, and to report the truth.

Last summer, a prominent Washington Post reporter revealed that grocery stores in Gaza are "stocked wall-too-wall with everything from fresh Israeli yogurts and hummus to Cocoa Puffs smuggled in from Egypt. Pharmacies look as well-supplied as a typical Rite Aid in the United States."

That despite the fact that Gaza continues to receive enormous amounts of humanitarian aid, enough to nearly feed and care for the entire population for free.

Even Arab journalists began to expose the Gaza lie, such as when Egyptian reporter Ashraf Al-Houl wrote that "the sight of merchandise and luxuries filling Gaza shops amazed me."

Al-Houl went on to note that "a sense of absolute prosperity prevails, as manifested by the grand resorts along and near Gaza's coast."

Photos of Gaza's new water park:

Gaza water park

Gaza water park

Gaza water park

Gaza water park

Gaza water park

terça-feira, 21 de junho de 2011

Blockade: Israel and the US Helped Gaza Economy Grow 16% in First Half of ’10

Anyone with even half a brain knew that the end-of-May Gaza flotilla melee was just about aiding HAMAS and hurting Israel. It wasn’t about the “economically depressed” or otherwise supposedly deprived Palestinian Muslims populating Gazastan.

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Despite Palestinian Whines, Israel, US Helped HAMAS & Fatah Terrorists’ Economies Grow

And now the figures show as much, that the Palestinian economies are growing. The whole point of a blockade is to make bad people–bad countries with bad freely elected “leadership”–suffer. But apparently Gazans weren’t suffering at all. We knew this from all the pics and videos of the gorgeous shopping malls, posh hotels and clubs, and plentiful markets. And anyone familiar with Israel and what’s going on amidst its enemies knows that many of the so-called “oppressed” Palestinians living in Palestinian “refugee camps” live in palatial mansions and swank condos many Israeli Jews can only dream of (some of those palaces financed by the American tax payer through hundreds of millions dollars in Palestinian mortgage subsidies and bailouts set up by President BUSH).

Now, new figures show that the “oppressive,” “evil” Israelis actually helped the Palestinian economies in both HAMASastan (Gaza) and FATAHstan (the so-called “West Bank”) by loosening the blockade for the first six months of this year (most of it before the Gaza flotilla incident at the end of May). The figures show that Israel’s blockade is actually far too lax, and the Palestinians are flourishing, despite their whines. And remember, these figures are from the uber-liberal, anti-Israel IMF, so they are probably understated.

The Palestinian economy in the West Bank is estimated to have grown an annual 9 percent in the first half of this year, as Israel eased access restrictions, according to the International Monetary Fund.

The Gaza economy expanded about 16 percent during the same period, boosted by Israel’s relaxation of restrictions on imports, Oussama Kanaan, the organization’s chief of mission in the West Bank and Gaza, said today. The West Bank and Gaza are heading for 8 percent growth this year, up from 7.2 percent in the West Bank in 2009, and 5.4 percent in Gaza, Kanaan said. . . .

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu lifted roadblocks across the West Bank in an effort to promote Palestinian economic growth. . . .

In the West Bank, growth has been bolstered by improvements in government management by the Palestinian Authority, which have been supported by donor aid, according to the findings of the mission, Kanaan said. Its conclusions will be included in a report scheduled to be presented to donor countries on Sept. 21.

“Donor aid”? That’s you–the American taxpayers, who are footing a large portion of the bill for the Palestinian welfare state, to the tune of several billion dollars.

The Israeli government said on June 20 it will loosen its blockade on Gaza so that all food will be let in and only weapons and items that have a military use are kept out.

Yeah, good luck with that. They will continue to sneak in weapons and bomb components inside food shipments. That’s what they do. That’s what they’ll keep on doing.