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sábado, 31 de março de 2012

March on Jerusalem Fizzles and Arabs - proving they are not anti-semitic - assault and verbally abuse anti-zionist Neturei Karta "rabbis"

March on Jerusalem Fizzles and Arabs - proving they are not anti-semitic - assault and verbally abuse anti-zionist Neturei Karta "rabbis" who were there supporting them


There was nothing "out of the ordinary" about Friday's annual Palestinian protest of Land Day, the Israeli Defense Forces [IDF] spokesman said, despite predictions that 2 million Palestinians and activists would swamp Israel's security forces. Many protests both in Israel and the territories were prevented or under attended, while international demonstrations drew few to the cause of "stopping the Judaization of Jerusalem."

The army was "satisfied" about its largely nonviolent reaction to the protests, as well as Palestinian-Israeli security cooperation in preventing the overwhelming spread of protests, said IDF Spokesman Yoav Mordechai. Only one violent protester was killed along the Gaza border, in comparison to 38 deaths that followed illegal infiltrations along the Syrian and Lebanese borders last year. The low turnout also thwarted attempts by Hamas and the Palestinian Authority to draw more demonstrators to officially sponsored rallies.

The event was also a major failure internationally. Jordanian protesters were stopped before they reached the border, and four American members of the anti-Zionist Jewish group Neturei Karta were beaten and verbally abused by some local participants. Lebanese protesters spoke out violently against Israel but did not provoke major reactions at the border, while the ongoing Syrian government crackdown prevented any serious actions there. A rally in Berlin drew around 50 protesters, and rallies in other European capitals and America failed to impress.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Anti-sionistas, os "verdadeiros judeus"

E o roteiro já é conhecido: “não posso ser anti-semita já que os ‘verdadeiros judeus‘ também são contra a criação do país antes da realização das profecias”.

Não deixa de ser engraçado que justo os que negam legitimidade ao Estado de Israel (um país onde aproximadamente 60% da população judaica é nativa do Oriente Médio) tragam uma minúscula seita ultra-ortodoxa – formada por apenas algumas centenas de pessoas – criada no leste europeu como exemplo de “verdadeiro judaísmo”. Como se esses fossem capazes de distinguir o judaísmo de uma linguiça...

O sionismo é uma ideologia que defende que judeus têm direito à autodeterminação em seu próprio Estado soberano e uma parte de sua pátria histórica. Ele entende que os judeus são uma nação (nação, e não raça, como alguns anti-semitas acusam) com religião, história e cultura em comum, e como tal, têm direito à autodeterminação, como todas as outras nações.

Se opor ao sionismo significa a recusa em aceitar a sua manifestação política – Israel como uma entidade legítima. Assim, o anti-sionismo nega ao povo judeu o que é oferecido a todas as outras nações (com maior ênfase sobre os palestinos, que nunca foram um povo ou nação): o seu direito a nacionalidade, a autodeterminação e coexistência com os outros membros da família de nações.

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Neturei Karta, "os verdadeiros judeus"

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Neturei Karta, agentes pagos pelo inimigo