Mostrando postagens com marcador o que os palestinos têm a dizer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o que os palestinos têm a dizer. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Judenrein: PLO Ambassador Says Jews NOT Allowed in Palestinian State

So this is what they mean by a "two state solution:"



"After the experience of the last 44 years of military occupation and all the conflict and friction, I think it would be in the best interest of the two people to be separated," Maen Areikat, the PLO ambassador, said during a meeting with reporters sponsored by The Christian Science Monitor. He was responding to a question about the rights of minorities in a Palestine of the future.


Such a state would be the first to officially prohibit Jews or any other faith since Nazi Germany, which sought a country that was judenrein, or cleansed of Jews, said Elliott Abrams, a former U.S. National Security Council official.

Israel has 1.3 million Muslims who are Israeli citizens. Jews have lived in "Judea and Samaria," the biblical name for the West Bank, for thousands of years. Areikat said the PLO seeks a secular state, but that Palestinians need separation to work on their own national identity.

The Palestinian demand is unacceptable and "a despicable form of anti-Semitism," Abrams said. A small Jewish presence in a future Palestine, up to 1% of the population, would not hurt the Palestinian identity, he said.

"No civilized country would act this way," Abrams said.

Abrams should know that using the terms "Palestinian" and "civilized" in the same sentence can't be reconciled.

See also: The Progressive West Supports the Quest for a Judenrein State of Palestine

sábado, 10 de setembro de 2011

9/11 in "Palestine"

Fox News:


CNN:




Fox News reported that in Ein el-Hilweh, Lebanon's largest Palestinian refugee camp, revelers fired weapons in the air, with similar celebratory gunfire heard at the Rashidiyeh camp near the southern city of Tyre as well.

Reports and images of Palestinians from East Jerusalem, Nablus, and Lebanon taking the streets in celebration, were broadcast around the world with many newspapers, magazines, web sites and wire services running photographs. The PNA claimed such celebrations were not representative of the sentiments of the Palestinian people, and the Information Minister Yasser Abed Rabbo said the PNA would not allow "a few kids" to "smear the real face of the Palestinians".

In an attempt to quash further reporting, Ahmed Abdel Rahman, Arafat's Cabinet secretary, said the Palestinian Authority could not "guarantee the life" of an Associated Press (AP) cameraman if footage he filmed of post-9/11 celebrations in Nablus was broadcast. Rahman's statement prompted a formal protest from the AP bureau chief, Dan Perry.

Pew Report: 1/3 of US Muslims Support Al Qaeda, Suicide Bombs; 25% Came to US Under Bush, Obama

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Televisão árabe: pronunciamentos de líderes políticos e religiosos e programação infantil

Trechos de discursos de líderes políticos e religiosos, e programação da TV 'estatal' palestina e de canais do Egito, Irã e Catar:

Políticos palestinos (entre eles Ismail Haniyeh, líder do Hamas) ameaçam países europeus, Israel e EUA.

Sheikh Ibrahim Mudeiris, num sermão de sexta-feira transmitido pela tv "estatal" palestina, falando sobre a religião islãmica e ensinando aos fiéis valores nobres como "os judeus são como o vírus da AIDS e fazem o mundo todo sofrer".

TV do Hamas entrevista dois ófãos de mãe - que se explodiu matando isralenses inocentes - enquanto afirma que a mullher é uma "shahida" (mártir) que foi para o paraíso.

No fim o entrevistador pergunta "Ela matou judeus, não é? Quantos ela matou?" e uma das crianças responde mostrando cinco dedos.

TV al-Rahma (Egito) . Crianças apresentam programas com propaganda islãmica e pan-arabista. Uma delas, repetindo ensinamento corânicos, afirma que "o Dia do Julgmento não chegará até que os muçulmanos lutem contra os judeus... e os muçulmanos os matarão e os judeus se esconderão atrás de árvores e pedras, e as árvores e pedras dirão: Oh muçulmano!, oh servo de Allah!, há um judeu atrás de mim. Venha e mate-o".

Coletânea de programas infantis feitos em países árabes e islãmicos.

Desenho animado iraniano. Programação infantil.

Abd al-Hamid al-Ansari (universidade do Catar) na TV do Bahrein: "Nossos canais merecem ser chamados de "mídia do terrorismo". Eles disseminam entre as crianças coisas que até podem não ser consideradas abertamente terroristas, mas que disseminam o extremismo... e esse extremismo é o início da violência e do fanatismo que levam ao terrorismo".

"Ensinando os palestinos a odiar"

Criança de 'três anos e meio' sendo "entrevistada" num canal egípcio - a menina é filha da artista Wagdi al-Arabi.

"entrevistadora": Basmallah, você conhece os judeus? Gosta deles?

"entrevistada": Sim. Não.

Por quê?

Porque...

Porque eles são...

...eles são porcos e macacos.

Eles são porcos e macacos? Quem disse isso?

Deus.

E onde ele disse isso?

No Corão.

Certo, ele falou sobre eles no Corão.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

All Jews are "soldiers"

Yesterday, Hamas bragged about the ”six Israeli soldiers” who were killed by “militants” (before the death toll rose).

Here are four of those “soldiers.”

Israeli soldier Shula Karlinsky

Israeli soldiers Flora and Moshe Gez

Israeli soldier Yossef Levy

Other victims include St.-Sgt. Moshe Naftali and Counter-Terrorism officer, Paskal Avrahami, as well as a yet-to-be-named “Israeli soldier” who drove buses.

More on them here.

domingo, 24 de julho de 2011

Selling land to Jews is punishable by death

Here's a story about a 'Palestinian' who was murdered because he was accused of selling a house to Jews. Yes, selling land to Jews here is punishable by death. What are the odds of your hearing that from the Western mainstream media?



JERUSALEM -- Israel supporters are sounding the alarm on a controversial law in the Palestinian Authority that forbids Arabs from selling land to Jews.

On the Mount of Olives, a large Israeli flag flies over a house where one man was possibly killed over the PA decree.

"Who killed him nobody knows, but it was because of the house," said resident Abraham.

Abraham's brother Mohammed was accused of selling the house to Jewish settlers. Just days after the new residents moved in, Mohammed's dead body was found on the road between Jericho and Jerusalem.

Click play to watch Chris Mitchell's report followed by analysis from CBN News Senior Editor John Waage.

Abraham suspects someone killed his brother because of the belief that he sold a house to Jews. Abraham insists his brother was innocent.

"Even the Jewish rabbi said, 'We bought the house through other people, not from him,'" he recalled.

"They came here. They said, 'We didn't buy it from him. We buy it our way.' So this is what happened. This is the truth," he said.

Israeli correspondent Pinchas Inbari said it's widely known that under the Palestinian Authority, an Arab caught selling land to Jews faces the death penalty.

"People have already been executed on these charges or to be killed by the militias, by Fatah, or the Islamic jihad. or whatever you have," Inbari said.

The decree has been in place since before Israeli statehood in 1948.

Because of the danger, some real estate transactions have led to Arabs being given extra money to leave the region and resettle elsewhere.

It's a subject Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu brought up to the foreign press earlier this year.

"Ten minutes from here in the Palestinian Authority in Ramallah, there is a law, a decree that if you sell land to Jews, it's punishable by death," Netanyahu said. "Now you think that's something worthy of reporting?"

While the law is widely known in the Middle East, it's seldom reported in the West.

--Originally aired July 21, 2011.

sábado, 23 de julho de 2011

Teorias Conspiratórias Muçulmanas

Por Ibrahim Raymond*


As teorias conspiratórias oriundas do mundo muçulmano diferem um pouco das que conhecemos. Apesar de algumas delas serem ocidentalizadas, a exemplo das que afirmam que Israel foi o responsável pelo ataques de 11/9 em Nova Iorque e da igreja copta no Egito, a maioria envolve aspectos psicosociais próprio das sociedades onde se originaram.


Um dos temas prediletos desses teorias conspiratorias são animais subversivos! Isto não é piada ou brincadeira, é real. Confiram os links.


- Irã prende pombos espionando usina nuclea: As forças de segurança iraniana prenderem dois pombos espiões israelenses perto da usina nuclear de Natanz. Os pombos possuiam alguns anéis e cordas invisíveis, sugerindo que de alguma forma poderiam ser equipamentos secretos de comunicação.”


- Israel usa ratos e porcos contra árabes de Jerusalém: De acordo com a Agênca de Notícias oficial da Autoridade Palestina – WAFA, Israel está “…usando ratos e porcos selvagens para forçar os palestinos a abandonarem suas casas. Notícias anteriores já davam conta que os israelenses usam esses animais como armas para retirar de suas casas os residentes árabes da Cidade Velha de Jerusalém.”


- Israel é responsável por ataques letais de tubarão e medusas no mar vermelho: Segundo o governador do Sul do Sinai, Mohamed Abdel, “O Mossad colocou [no mar] um tubarão e um número indeterminado de medusas fatais para reduzir o turismo no Egito. Isto não está fora de questão, mas precisa de tempo para ser confirmado pelos nossos serviços de segurança.”


- Arábia Saudita prende urubu e o acusa de ser parte de um complô sionista: De acordo com uma reportagem da BBC, o urubu possui placa metálica de identificação da Universidade de Tel Aviv [usado na verdade para estudar padrões de migração], mesmo assim, segundo autoridades sauditas “o pássaro poderá encontrar um castigo horrível de acordo com as leis do país se for comprovado que era um espião israelense.”


- Os judeus de Guátanamo usam bruxaria contra prisioneiros: Walid Muhammad Hajj, ex-detento de Guatánamo, em entrevista à al-Jazeera, quando perguntado sobre os métodos de ‘tortura’, disse: ”O método mais comum para desgastar os irmãos [muçulmanos presos] foi bruxaria …. Não vi nenhum, mas certamente havia judeus entre aqueles [funcionários da Base em Guantánamo], que montaram armadilhas para nós [os muçulmanos]…. Lembro-me de um incidente onde um irmão sentou ao meu lado numa manhã. Quando trouxeram o leite do nosso café, ele urinou no leite dele e eu, surpreso, lhe perguntei ‘por que estava urinando no leite. Foi quando soubemos que ele estava enfeitiçado. Depois de ler versículos do Corão ele foi se recuperando um pouco e me disse: “As aves do arame farpado falavam comigo, e me disseram para urinar no leite” …. Em outra ocasião, eu estava dormindo e de repente senti que um gato estava tentando me penetrar. Ele tentou me penetrar novamente e novamente. Eu recitei o versículo kursi [Corão 2:255] vários vezes até que o gato desapareceu.


Considerando que o Corão descreve as formigas e aves falaantes, que atesta o poder da magia e que tem um capítulo inteiro dedicado aos Gênios e Espíritos (Sura 72), isso acaba explicando porque o Hamas prendeu 150 “bruxas” na Faixa de Gaza no ano passado. E já que o profeta Muhammad decretou que cães negros deve morrer, pois eles são demônios”, existe uma “fatwa” (decreto religioso muçulmano) no mesmo estilo que determina que o Mickey Mouse (personagem de desenho da Walt Disney) deve ser morto, uma vez que o mesmo Muhammad, no Corão, afirma que os roedores são “corruptores, dirigido por Satanás”. Considerando tudo isso, não deve ser uma surpresa para ninguém que animais estejam sendo retratados como agentes infieis nos países árabes/islãmicos.


A surpresa são essas histórias estarem sendo divulgadas amplamente nos meios de comunicações árabes. É claro que teorias conspiratórias não são de origem exclusivo do mundo islâmico. O ocidente e o resto do mundo também possuem suas teorias malucas. No entanto, ao contrário do ocidente, a maioria das teorias conspiratórias islâmicas foram feitas e/ou divulgadas por “autoridades” - são exemplos os casos dos esquilos, pombos e urubus espiões (Irã e Autoridade Palestina), ratos e porcos sendo usado como arma (Autoridade Palestina), ataques letais de tubarão e medusas (Egito), as estorias de Walid divulgadas pela Al-Jazeera, etc…


Um exame atento dessas teorias nos revelam tendências patológicas que precisam ser reconhecidas, especialmente pelos líderes ocidentais que teimosamente interagem com o mundo muçulmano supondo que todos os muçulmanos “pensam como nós.”



* Ibrahim Raymond, diretor associado do Fórum do Oriente Médio, autor de A Al Qaeda Reader e professor convidado da National Defense Intelligence College.




Fonte

Hudson Org. – 26 de janeiro de 2011.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Only 73% of Palestinians Want Jews Annihilated

Survey Shows Palestinians Far Worse Than the Inhabitants of Nazi Germany »


Data have just been released from a survey completed this week which confirm the implacable, murderous irredentism of Israel's Palestinian Muslim "peace partners."

American pollster Stanley Greenberg performed what is described as an "intensive, face-to-face survey in Arabic of 1,010 Palestinian adults in the West Bank and the Gaza Strip."

Here are the salient, pathognomonic findings:

First, a mere 73% of the Palestinians surveyed agree with the annihilationist dictates of this canonical hadith (the words and deeds of Islam's prophet Muhammad which have a weight often equal to the Koran), quoted in the Hamas Covenant.

As characterized in the hadith, Muslim eschatology -- end of times theology -- highlights the Jews' supreme hostility to Islam. Jews are described as adherents of the Dajjâl -- the Muslim equivalent of the Anti-Christ -- or according to another tradition, the Dajjâl is himself Jewish. At his appearance, other traditions maintain that the Dajjâl will be accompanied by 70,000 Jews from Isfahan, or Jerusalem, wrapped in their robes, and armed with polished sabers, their heads covered with a sort of veil. When the Dajjâl is defeated, his Jewish companions will be slaughtered -- everything will deliver them up except for the so-called gharkad tree, as per the canonical hadith (Sahih Muslim, Book 41, Number 6985) included in the 1988 Hamas Covenant (in article 7). The hadith-- which ¾ of those surveyed agree should be acted upon -- is cited in the Covenant as a sacralized, obligatory call for a Muslim genocide of the Jews:

...the Islamic Resistance Movement aspires to realize the promise of Allah, no matter how long it takes. The Prophet, Allah's prayer and peace be upon him, says: "The hour of judgment shall not come until the Muslims fight the Jews and kill them, so that the Jews hide behind trees and stones, and each tree and stone will say: 'Oh Muslim, oh servant of Allah, there is a Jew behind me, come and kill him,' except for the Gharqad tree, for it is the tree of the Jews." (Sahih Muslim, Book 41, Number 6985)

Second, 80% agreed with the quoted sentiments expressed article 15 of the Hamas Covenant (subtitled, "Jihad for the Liberation of Palestine is a Personal Duty") elucidates classical jihadist theory -- including jihad martyrdom (i.e., homicide bombing) operations -- as well as its practical modern application to the destruction of Israel by jihad, and the need to recruit the entire global Muslim community, or "umma" in this quintessential Islamic cause:

The day the enemies conquer some part of the Muslim land, jihad becomes a personal duty of every Muslim. In the face of the Jewish occupation of Palestine, it is necessary to raise the banner of jihad. This requires the propagation of Islamic consciousness among the masses, locally [in Palestine], in the Arab world and in the Islamic world. It is necessary to instill the spirit of jihad in the nation, engage the enemies and join the ranks of the jihad fighters. The indoctrination campaign must involve ulama, educators, teachers and information and media experts, as well as all intellectuals, especially the young people and the sheikhs of Islamic movements...

It is necessary to establish in the minds of all the Muslim generations that the Palestinian issue is a religious issue, and that it must be dealt with as such, for [Palestine] contains Islamic holy places, [namely] the Al-Aqsa mosque, which is inseparably connected, for as long as heaven and earth shall endure, to the holy mosque of Mecca through the Prophet's nocturnal journey [from the mosque of Mecca to the Al-Aqsa mosque] and through his ascension to heaven thence. "Being stationed on the frontier for the sake of Allah for one day is better than this [entire] world and everything in it; and the place taken up in paradise by the [horseman's] whip of any one of you [jihad fighters] is better than this [entire] world and everything in it. Every evening [operation] and morning [operation] performed by Muslims for the sake of Allah is better than this [entire] world and everything in it." (Recorded in the Hadith collections of Bukhari, Muslim, Tirmidhi and Ibn Maja). "By the name of Him who holds Muhammad's soul in His hand, I wish to launch an attack for the sake of Allah and be killed and attack again and be killed and attack again and be killed." (Recorded in the Hadith collections of Bukhari and Muslim)

Third, 72% backed denying the thousands of years of Jewish history in Jerusalem.

Fourth, 62% supported kidnapping IDF soldiers and holding them hostage

Fifth, 53% were in favor or teaching songs about hating Jews in Palestinian schools.

Even the findings which delusive "peace processors" obsess over contained no silver linings. When respondents were queried about President Barack Obama's statement that "there should be two states: Palestine as the homeland for the Palestinian people and Israel as the homeland for the Jewish people,", only 34% said they accepted that idea, while 61% rejected it. And 66% admitted that the Palestinians' real goal should be to start with a two-state solution but then move to it all being one Palestinian state, i.e., destroy Israel as a Jewish State.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pallywood

http://thestupidleft.blogspot.com/


Para ver mais sobre Pallywood, incluindo vasto material que revela alguns de seus casos mais famosos, ver The Second Draft’s dossier.

Pallywood: História

Definição
O termo Pallywood (referência a Hollywood, a indústria cinematográfica americana) se refere às cenas armadas por ativistas/jornalistas “palestinos“ como forma de mostrar seu “povo“ como vítima infeliz da brutal agressão israelense. Eles obtêm grande sucesso nessa empreitada, em grande parte devido a credulidade e a ânsia da imprensa ocidental em apresentar essas imagens que reforçam a falsa imagem do David palestino que luta bravamente contra o violento e opressor Golias israelense. Pallywood foi responsável por grandes erros cometidos pela imprensa ocidental, onde cenas grotescamente mal armadas eram regularmente noticiadas como “eventos reais“.
Esse texto tenta explicar como tais falhas ocorreram, provocando a atual situação.

Principais fases da criação e crescimento de Pallywood

Líbano, 1982
Os sinais mais claros da criação de uma indústria ’palestina’ de propaganda em forma de notícias veio da invasão do Líbano em 1982. Lá, pela primeira vez, a mídia parece ter abraçado uma posição abertamente hostil a Israel, o que levou a um artigo amplamente discutido chamado “J’Accuse” (Commentary, Setembro 1983), de Norman Podhoretz, que acusou os principais jornalistas, jornais e canais de televisão americanos de anti-semitismo. A hostilidade foi caracterizada pelos seguintes incidentes:

- - Usando o irmão de Arafat – Fathi Arafat – chefe do Crescente Vermelho (versão islâmica da Cruz Vermelha), fontes palestinas afirmavam que a ofensiva isralense foi responsável por 10.000 mortos e 600.000 refugiados. Sem sequer confirmar quantos habitantes viviam no sul do Líbano na época (aprox. 300.000), a mídia repetiu constantemente esses números (pp. 300-301), até que estes foram amplamente aceitos como verdade.

- - Repórteres comparando o cerco israelense em Beirute com a dos nazistas em Warsóvia.
De todos os cercos de cidades durante períodos de guerra no séc. XX, seria praticamente impossível achar uma comparação mais imprópria. Ainda assim a analogia entre israelenses e nazistas parece ter tido um apelo irresistível entre alguns jornalistas. Entre os repórteres mais agressivos estava Peter Jennings. Para uma discussão sobre seu trabalho veja aqui e aqui.

- - O uso de imagens notadamente falsas por uma imprensa ansiosa em acreditar no pior sobre o exército de Israel – inclusive imagens de destruições resultantes da guerra civil entre ’palestinos’ e libaneses, bebês mortos que não estavam mortos e etc. (pp. 353-389).

- - Cobertura dos massacres de Sabra e Shatilla, que dava a entender que os soldados israelenses eram os responsáveis pelo ocorrido, e a recusa em informar o porque da milícia cristã Falange Vermelha – a responsável pelo massacre – buscar vingança contra os “palestinos“.
Todos já ouviram falar sobre Sabra e Shatilla, mas só recentemente as notícias sobre o que ocorreu/está ocorrendo em Darfur começaram a chegar.
A diferença entre a cobertura das centenas de mortes em Sabra e Shatilla e as centenas de milhares de mortos no mesmo ano em Hama, uma cidade no centro da Síria, ilustra bem a propensão da mídia em focar obsessivamente qualquer ato israelense, não interessando a responsabilidade de Israel no fato, e o poder de intimidação, a cumplicidade e seu silêncio com relação aos árabes (ver Friedman, From Beirut to Jerusalém, chap. 4

- - Uso de textos gritantes informando ao espectador que as notícias apresentadas tinham sido vistas por “censores militares israelenses“. Nenhuma indicação semelhante sobre o papel que a “autoridade palestina“ exercia sobre as imagens que saiam de territórios sobre o seu controle era vista. Para uma discussão sobre a diferença do tratamento dispensado pela mídia entre a censura militar israelense (legal) e a censura “palestina“, baseada em intimidação e violência, ver pp. 353-387.

- - Relutância da imprensa – principalmente dos repórteres residentes – em revelar a grande brutalidade da PLO no “Estado dentro do Estado“ no sul do Líbano (ver pp 219-278).

- - Dada a ânsia da imprensa ocidental em sempre noticiar o pior dos israelenses – ao mesmo tempo em que evita fazer o mesmo com qualquer fato que seja desfavorável aos “palestinos“ –, sua suscetibilidade para a intimidação, os assassinatos de jornalistas que desagradavam a PLO e os seus padrões notadamente inferiores quando em territórios árabes, fizeram com que os “palestinos“ entendessem que eles tinham na mídia ocidental baseada no Hotel Comodoro, um valioso aliado – “Chairman Yasser’s Best Battalion” (Chafets, Double Vision, chap. 6).

Envenenamento de meninas “palestinas“, Jenin, Março de 1983
Um anos após o ocorrido no Líbano, Israel se vê novamente no meio de uma extensa e premeditada fraude, na qual várias meninas de uma escola de ensino médio afirmam terem sido envenenadas pelos “sionistas”. A história acabou se tornando um escândalo internacional, onde os noticiários de cada país informam tal quantidade de detalhes, que esse conto acabou se assemelhando a uma versão de Rashoman. Porém, nenhum questionou a veracidade das acusações sobre o suposto envenenamento, nem se a culpa poderia ser atribuída aos israelenses. Só depois de uma prolongada investigação ficou provado que nenhuma das meninas tinha sido realmente envenenada, e que membros da PLO tinham encorajado e obrigado as meninas e os funcionários do hospital a cooperar com a farsa.

O elemento mais importante da história, de acordo com a perspectiva da cobertura da imprensa, revela as seguintes falhas:

- - A imprensa israelense tomou as acusações como verdadeiras, e só após o término das investigações que eles concluíram que as acusações eram falsas.
- - A imprensa “palestina“/árabe, sem esperar por nenhuma confirmação, usou as acusações para incitar ódio e medo de isralenses. Nenhuma das evidências que inocentavam os israelenses trouxe alguma mudança em sua cobertura.
- - A imprensa ocidental (a européia com muito mais agressividade que a americana) apresentou as acusações como prováveis – isso quando não as apresentava como verdadeiras –, e quando evidências sobre a armação foram emergindo, simplesmente deixaram de cobrir o incidente, deixando os israelenses entre a mentira e o silêncio (between libel and silence).
- - As acusações de envenenamento constituem o primeiro caso claro de Pallywood: atrocidades encenadas por ativistas “palestinos“, onde israelenses são mostrados como assassinos cruéis de pobres e inocentes árabes. E tudo isso com o apoio da imprensa – local e estrangeira.

A primeira intifada, 1987 – 1991(?)
Durante a primeira intifada, a mídia transformou os “territórios ocupados“ na “brutalidade israelense contra a heróica ’resistência palestina’“. Aqui, pela primeira vez, nós podemos ver a clara colaboração entre repórteres – que eram previamente informados sobre acontecimentos, ou que pagavam para que eles acontecessem – e os árabes.
Já Israel, seriamente afetado pela campanha de difamação perpetrada pelos “palestinos“ e disseminada pela mídia, e sem meios de conter a violência terrorista, às vezes se via obrigado a recorrer ao fechamento dos territórios para imprensa estrangeira. Essa última, geralmente confraternizando no American Colony Hotel, na parte oriental de Jerusalém, supria os jornalistas “palestinos“ com cameras e outros equipamentos, para que estes fizessem a cobertura por eles. Isso marca a primeira vez que palestinos, usando a equipamento ocidental, supriram com suas imagens encenadas as agências internacionais de notícias.
Para uma interessante análise do comportamento da mídia durante a primeira intifada, onde a narrativa ’David palestino contra Golias israelense’ se tornou dominante, ver Jim Lederman, Battle Lines.

- - Atualmente um número cada vez maior de sites/noticiários vem descrevendo e denunciando a manipulação da mídia pelos 'palestinos', e o forte bias anti-Israel de muitos na grande mídia do ocidente.

- - Recentemente um cineasta “palestino“, produtor do filme “Jenin, Jenin” admitiu a falsificação de cenas pra fazer os israelenses 'parecerem maus'.

- - Jeff Helmreich documentou um padrão de violações dos códigos do jornalismo profissional que domina a cobertura do conflito.

- - Em uma entrevista David Bedein (media analyst) afirmou que, nos últimos 20 anos, os “palestinos“ manobraram a mídia para moldar o conflito na opinião pública mundial melhor que os israelenses.

- - Josh Muravchik denunciou o péssimo trabalho da mídia ocidental na cobertura da intifada e a equivalência moral na cobertura jornalística que só dá apoio a sociedades autoritárias.

- - Stephanie Gutmann, afirma no “The Other War: Israelis, Palestinians and the Struggle for Media supremacy” que Israel tropeçou no campo de batalha das páginas de editoriais, telas de TV e na internet.

A segunda intifada (“Al Aqsa“), outubro de 2000 – 2004(?)
A explosão da segunda onda de violência “palestina“ contra Israel veio, ironicamente, após as negociações de paz nas quais, de acordo com as fontes mais críveis, os israelenses ofereceram a maior parte da Cisjordânia, Jerusalém Oriental e toda a Faixa de Gaza (inclusive com o desmantelamento dos assentamentos) em troca do fim da guerra com os árabes. Por um breve momento, Barak e os israelenses até conseguiram atrair alguma simpatia da opinião pública, enquanto Arafat passava por um raro período de desaprovação frente à comunidade internacional. Mas assim que a violência eclodiu novamente, e Israel já poderia mais uma vez ser culpado por ela, especialmente com as imagens de Muhamed al Durah sendo mostradas por todas as TVs ao redor do mundo, a opinião se modificou drásticamente e decisivamente.

Talvez a melhor forma de compreender como Pallywood pôde obter tamanho sucesso é examinar o que ocorreu no dia 29 de setembro, o dia seguinte à visita de Ariel Sharon ao Monte do Templo/Haram al Sharif. Naquele dia, agências de notícias noticiavam violentos enfrentamentos entre o exército israelense e “palestinos“ enfurecidos com a visita de Sharon. A AP (Associated Press) publicou a fotografia de um jovem ensanguentado e ajoelhado em frente a um furioso israelense gritando enquanto segurava um cassetete.
Mas havia algo de errado. E não era necessário que nenhum expert afirmasse isso. Não existe nenhum posto de gasolina perto do Templo do Monte, assim, o local estava claramente errado. Mas os ’enganos’ excedem em muito apenas a mera localização, e um olhar mais atento sugere que o soldado israelense está gritando com alguém que está atrás do jovem ensanguentado, e não com ele. Na verdade, o homem ferido na foto não é um palestino, mas um judeu americano – estudante de um seminário religioso – que foi arrancado de seu carro por uma turba enfurecida de árabes, sendo depois espancado e apunhalado quase até a morte (levou meses se recuperando no hospital). Leia o testemunho do próprio Tuvia Grossman aqui.

Mas então o israelense não estava espancancando o rapaz, e sim o protegendo da violenta multidão. Entre muitos outros jornais, o New York Times, sem nem ao menos conferir quaisquer destes fatos, publicou a foto com a legenda errada. (para ver a vergonhosa atuação do NYT durante e após esse episódio, clique aqui)

Nada ilustra melhor o problema de expectativas que influenciam o que nós vemos e a forma como nós registramos isto: Os 'palestinos' são sempre as vítimas e os israelenses sempre os sempre os agressores.
O quadro ilustra bem o JP (Jihad Paradigm): “palestinos“ agressivos que iniciam a violência contra civis israelenses em Israel, e a moderação israelense (onde o policial sequer usa uma arma de fogo para se defender e proteger a vítima de uma multidão assassina).
Já a legenda descreve a fotografia, para que assim ela fique de acordo com o PCP (POLITICALLY CORRECT PARADIGM): israelenses agressivos atacam covardemente “palestino“ desarmado no ’terceiro lugar mais sagrado para o islam’ (e que vem a ser o mais sagrado para o judaísmo, mas que nunca é comentado).

Levou 4 longos dias para que o NYT reconhecesse o erro, identificando a vítima como ’Tuvia Grossman de Chicago’, e uma semana para que refizesse a história sobre o espancamento. Mas aí já era tarde demais, o dano já tinha sido feito. Não era apenas o PCP sendo confirmado, mas a imagem já tinha se transformado num emblema da vitimização dos “palestinos“. Apesar da retratação subseqüente, à partir daí, assim como foi com as venenosas acusações de 1983, as mídias árabes/palestinas e seus partidários no PCP2 (POLITICALLY CORRECT PARADIGM 2) continuaram usando a imagem como parte de sua narrativa de vítima dos “palestinos“. Até os dias de hoje, a foto de Tuvya adorna um cartaz que pede que todos boicotem a Coca Cola como meio de impedir os israelenses de matar mais palestinos como esse homem.

Com um enredo tão poderoso, que afeta (e transforma) a própria natureza das evidências que nos foram apresentadas pela MSM (Mainstream Media) durante a explosão da violência no outono de 2000, causa pouca (ou nenhuma) surpresa que no dia seguinte a mídia se apressou em apresentar outro pedaço de evidência já desqualificado que apoiava suu narrativa de PCP – O caso Muhamed al Durah.

Os motivos pelos quais é importante denunciar Pallywood
- - Pallywood distorce a opinião pública ocidental e do Oriente Médio
- - Agrava ainda mais a narrativa dominante da vítima inocente/agressor brutal, prolongando ainda mais o conflito
- - Perpetua a narrativa do Davi (“palestino“) contra o Golias (israelense)
- - Contribui para a demonização de Israel e o aumento do anti-semitismo
- - Uma MSM justa e confiável é essencial para uma sociedade civil saudável
- - Por causa de sua dramaticidade, Pallywood sofreu um processo de romantização no Ocidente, onde a “ resistência palestina“ é vista como heróica, e onde há uma eterna justificação e apologia dos métodos mais cruéis e desumanos para alcançar seus objetivos.

They’re beautiful, highly trained and deadly. They are the female suicide bombers.” Australia’s New Idea magazine, April 7, 2003.