quarta-feira, 18 de março de 2015

Jornal Nacional usa "carnaval" judaico como pretexto para mostrar Israel como uma sociedade violenta e belicosa; omite que árabes estão dando treinamento militar com armas de verdade para milhares de suas crianças

por Palestina Livre

A matéria exibida no dia 07/03/2015 usa uma festividade judaica como pano de fundo para focar em armas de brinquedo nas mãos de crianças israelenses. Isso acontece menos de um mês depois que diversos órgãos de imprensa árabe noticiaram que o Hamas estava recrutando crianças em mesquitas -- fato totalmente ignorado pelo jornal. As crianças árabes estão recebendo treinamento militar com armas reais.



Fontes:

Agence France-Presse: Os meninos soldados da Jihad Islâmica

Hamas faz vídeo para promover o recrutamento militar de crianças e treina milhares delas como soldados

Imprensa árabe: Hamas está recrutando crianças em mesquitas para lutar contra Israel

Diretor de escola da ONU em Gaza posta foto de crianças armadas e imagem louvando terroristas que mataram inocentes rezando em sinagoga

Jornal saudita defende primeiro-ministro de Israel e ataca Obama por permitir fabricação de bomba atômica pelo Irã

por Palestina Livre

A Arábia Saudita, que é um estado majoritariamente sunita, teme por sua segurança caso o Irã xiita consiga obter armamento nuclear. A monarquia do país tem se mostrado extremamente contrariada [1] [2] com a forma como a administração Obama vem negociando com o Irã -- e, de facto, permitindo que o estado islâmico xiita produza uma bomba atômica.

Hoje, o jornal saudita al-Jazira (que não tem nenhuma relação com o canal de TV do Qatar) publicou um artigo fazendo o que nenhum jornal árabe costuma fazer: defendendo o primeiro-ministro de Israel. O artigo ainda critica Obama de forma virulenta, chegando a chamá-lo de "um dos piores presidentes dos EUA" e acusando-o de apoiar o terrorismo islâmico.

Em um estado onde o ódio aos judeus [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] e a Israel é institucionalizado, e onde a imprensa é tão firmemente regulada e controlada, é impossível não acreditar que esta seja a posição oficial do governo do país.

Trechos do artigo escrito por Ahmed Alfaraj, publicado originalmente no jornal saudita al-Jazira:
"Em um ato sem precedentes na história política dos Estados Unidos, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, recebeu um convite do presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner, para discursar para ambas as casas do Congresso [...] Netanyahu vai discursar para expressar sua forte objeção a assinatura de um acordo entre a administração Obama e o Irã em relação a questão nuclear. Ele espera convencer os membros do Congresso de que está certo, o que pode atrasar o acordo.
"O presidente Obama e seu governo estão nitidamente furiosos. Não porque Netanyahu está intervindo em uma questão importante, a qual Obama espera que lhe traga glória pessoal, mas porque o presidente da Câmara [John Boehner] não consultou Obama antes de convidar Netanyahu, e Obama considera esta uma quebra do protocolo estabelecido. (fato desmentido pelo jornal pro-Obama New York Times)
"Esta tensão sem precedentes entre a administração Obama e Netanyahu é outra em uma longa série de episódios tensos e hostis entre Obama e Netanyahu. Mas a tensão nunca antes atingiu este nível, como refletido nas declarações da Conselheira de Segurança Nacional, Susan Rice, que disse que a conduta de Netanyahu foi inaceitável e até mesmo destrutiva... 
"A administração Obama não achou suficiente condenar a visita de Netanyahu. Obama anunciou que ele não vai se encontrar com Netanyahu, alegando que ele não se reune com líderes de estado pouco tempo antes da realização de eleições em seus países de origem, [embora] a eleição em Israel acontecerá semanas após a visita!! (Nota: Obama se encontrou como Angela Merkel e com David Cameron antes de eleições na Alemanha e na Grã Bretanha.) Da mesma forma, o vice-presidente americano Joseph Biden, cuja presença no discurso de Netanyahu no Congresso é esperada em virtude de seu papel constitucional como presidente do Senado, anunciou que estaria em uma viagem ao exterior [no dia do discurso de] Netanyahu!! O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, também disse que estaria na Suíça em reunião com os iranianos sobre a questão nuclear e, portanto, não seria capaz de assistir o discurso de Netanyahu!! O que irrita o governo Obama ainda mais é que Netanyahu recusou um pedido oficial feito por vários congressistas democratas para se encontrar com eles durante a [sua] visita!! 
"Vou terminar dizendo o seguinte: já que Obama é o padrinho das revoluções pré-fabricadas no mundo árabe, e uma vez que ele é aliado do Islã político, [que é] a mãe de [todas as] organizações terroristas, e já que ele está trabalhando para assinar um acordo com o Irã que virá às custas dos aliados de longa data dos EUA no Golfo, estou muito contente com a posição firme de Netanyahu e [com sua decisão] de falar contra o acordo nuclear no Congresso americano, apesar da raiva e da fúria do governo Obama. Eu acredito que a conduta de Netanyahu irá servir aos nossos interesses e ao povo do Golfo muito mais do que o comportamento insensato de um dos piores presidentes americanos. Você concorda comigo?"

terça-feira, 17 de março de 2015

A Globo e as eleições em Israel

"Rodrigo Alvarez faz uma cobertura radicalmente ideológica e absurda sobre as eleições em Israel, agindo como se estivesse numa assembléia estudantil. A Rede Globo faz um desserviço inaceitável ao Brasil deixando que este militante seja o porta-voz do que acontece no Oriente Médio e, especialmente, em Israel. Veja a "reportagem" http://glo.bo/1MIQuXE

No Bom Dia Brasil, Rodrigo Alvarez repetiu todos os argumentos da esquerda mais boçal sobre o que acontece no único país democrático e livre da região, torcendo escancaradamente contra o maior líder do chamado mundo livre e a favor do candidato "não sionista". O sionismo, termo usado pelos antissemitas para fingir que não são antissemitas, é o movimento que ajudou a criar Israel e qualquer um que defende a existência de Israel é sionista por definição.

Para o repórter-militante, Benjamin Netanyahu está "apelando para a direita" e "comprometendo a sua credibilidade" ao fazer uma campanha em que prometeria não dar um estado para os palestinos. Isso é simplesmente mentira.

Os israelenses "de direita" apoiariam com prazer um estado palestino se isso não fosse mais um passo para a destruição do próprio país. Não deixe de ver este pequeno vídeo legendado que resume muito bem a questão: https://youtu.be/7zsLAXc8ieE

Para conhecer melhor Benjamin Netanyahu, assista o video de @[155840847453:274:Bill Whittle] também legendado pelo Marcelo de Paulos: http://youtu.be/xe4sHxKatNU

Para entender a legitimidade do estado de Israel, o que gente como Rodrigo Alvarez parece ter problemas em compreender, veja esse outro vídeo (em inglês): https://youtu.be/12KJa4a0d64

A melhor explicação sobre a origem do antissemitismo que eu já vi foi dada pela Caroline Glick nesse curto vídeo legendado pelo Marcelo de Paulos: https://youtu.be/H05nF4TR1GA

Sobre os assentamentos israelenses, bodes expiatórios comuns quando o assunto é a questão palestina, vejam esse outro pequeno vídeo (em inglês) https://youtu.be/dhbCtAz_BQc

Sobre o tratamento absurdo que a ONU dá a Israel, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/2tYdL-jiBQE

Para entender porque o Irã não deve nunca, de forma alguma, ter uma bomba nuclear, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/dYxEpS5M8Tk

É uma eleição dura para Benjamin Netanyahu e dela depende muito do futuro da região e do mundo. Barack Obama na Casa Branca já é problema suficiente, que ao menos Israel possa continuar caminhando na direção certa."

Rodrigo Alvarez faz uma cobertura radicalmente ideológica e absurda sobre as eleições em Israel, agindo como se estivesse numa assembléia estudantil. A Rede Globo faz um desserviço inaceitável ao Brasil deixando que este militante seja o porta-voz do que acontece no Oriente Médio e, especialmente, em Israel. Veja a "reportagem"http://glo.bo/1MIQuXE

No Bom Dia Brasil, Rodrigo Alvarez repetiu todos os argumentos da esquerda mais boçal sobre o que acontece no único país democrático e livre da região, torcendo escancaradamente contra o maior líder do chamado mundo livre e a favor do candidato "não sionista". O sionismo, termo usado pelos antissemitas para fingir que não são antissemitas, é o movimento que ajudou a criar Israel e qualquer um que defende a existência de Israel é sionista por definição.

Para o repórter-militante, Benjamin Netanyahu está "apelando para a direita" e "comprometendo a sua credibilidade" ao fazer uma campanha em que prometeria não dar um estado para os palestinos. Isso é simplesmente mentira.

Os israelenses "de direita" apoiariam com prazer um estado palestino se isso não fosse mais um passo para a destruição do próprio país. Não deixe de ver este pequeno vídeo legendado que resume muito bem a questão: https://youtu.be/7zsLAXc8ieE

Para conhecer melhor Benjamin Netanyahu, assista o video de Bill Whittle também legendado pelo Marcelo de Paulos: http://youtu.be/xe4sHxKatNU

Para entender a legitimidade do estado de Israel, o que gente como Rodrigo Alvarez parece ter problemas em compreender, veja esse outro vídeo (em inglês): https://youtu.be/12KJa4a0d64

A melhor explicação sobre a origem do antissemitismo que eu já vi foi dada pela Caroline Glick nesse curto vídeo legendado pelo Marcelo de Paulos: https://youtu.be/H05nF4TR1GA

Sobre os assentamentos israelenses, bodes expiatórios comuns quando o assunto é a questão palestina, vejam esse outro pequeno vídeo (em inglês)https://youtu.be/dhbCtAz_BQc

Sobre o tratamento absurdo que a ONU dá a Israel, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/2tYdL-jiBQE

Para entender porque o Irã não deve nunca, de forma alguma, ter uma bomba nuclear, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/dYxEpS5M8Tk

É uma eleição dura para Benjamin Netanyahu e dela depende muito do futuro da região e do mundo. Barack Obama na Casa Branca já é problema suficiente, que ao menos Israel possa continuar caminhando na direção certa.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Veja, France-Presse, Miss Mundo e o mau jornalismo

Selfie de Miss Israel com Miss Líbano vira 'incidente diplomático'
O concurso de Miss Universo ganhou tintas geopolíticas e teve um pequeno 'incidente diplomático' após um episódio prosaico neste domingo envolvendo uma selfie. A Miss Israel se intrometeu na foto da Miss Líbano, despertando a indignação da libanesa. 
"Desde que cheguei [em Miami, onde acontece a competição], tenho sido extremadamente cuidadosa para não aparecer em fotos nem me comunicar com a Miss Israel", contou Saly Greige, Miss Líbano, em sua página do Facebook.
Saly explicou que, no momento em que posava com a Miss Japão e com a Miss Eslovênia, Doron Matalon, a Miss Israel, se aproximou e tirou uma fotografia com a sua câmara, postando-a imediatamente na rede social Instagram. A selfie foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais, dividindo os internautas libaneses a favor e contra a jovem.
A candidata israelense respondeu neste domingo no Facebook: "Não me surpreende [a reação negativa dos internautas], mas me entristece. Que pena que não podemos deixar as hostilidades de lado", escreveu. 
Os dois países estão tecnicamente em guerra desde o último conflito de 2006 entre o movimento libanês Hezbollah e Israel. A região das Colinas de Golã, ao norte de Israel e ao sul do Líbano, são palco de frequentes hostilidades entre os dois países e, por causa disso, abrigam um frota permanente de soldados da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) para ajudar na manutenção da paz. 
(Com agência France-Presse) 

O que realmente aconteceu:

A Miss Israel e a Miss Líbano (que é maronita) estavam mantendo boas relações e convivendo sem problemas, mas assim que Doron Matalon, de Israel, postou em redes sociais a foto que ambas tiraram juntas, os árabes - e não só os libaneses - como pode ser visto em seu instagram, começaram a hostiliza-la e a exigir que ela perdesse o título de Miss Líbano. Para acalmar os ânimos, a Saly Greige foi forçada a repudiar a foto que, obviamente, foi tirada de caso pensado. Uma libanesa de hijab, atacando sua compatriota, chegou a perguntar em seu instagram se a Miss Israel a "forçou a sorrir".

O mesmo aconteceu com a Miss Egito, que posou amistosamente com a Miss Israel:





Mas já foi dito que a representante do Egito, Lara Debanna, teria sido instruída por "gente importante" a manter distância da miss israelense, e para evitar ser fotografada com ela sob qualquer circunstância.

Infelizmente, o site da Veja preferiu o caminho fácil, simplesmente traduzindo uma matéria da questionável Agence France-Presse em vez de fazer uma rápida investigação por conta própria e noticiar o fato corretamente. Assim, a Veja acabou ignorando o verdadeiro motivo de toda essa "crise" - como os árabes odeiam visceralmente qualquer israelense e não conseguem nem mesmo tolerar a idéia de que qualquer outro árabe possa manter boas relações com eles. A Veja transformou o assunto em uma picuinha entre modelos causada por uma israelense intrometida...

Sobre a questionável Agence France-Presse:

Pichação em centro cultural francês em Gaza: "Deus os amaldiçoe, adoradores da cruz"; Agence Frace-Presse noticia o caso mas omite deliberadamente o ataque a cristãos

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A CNN é pro-Israel?

Na manhã de hoje, dois terroristas árabes invadiram uma sinagoga com uma faca e com uma pistola e mataram 4 pessoas enquanto elas rezavam. Eles acabaram mortos depois de ainda trocar tiros com a polícia (ferindo gravemente um policial árabe druso).

Eis aqui como a CNN noticiou o ocorrido:



Primeiro o canal americano falou em "ataque a uma mesquita"




Depois colocou em sua chamada que a "polícia atirou e matou 2 palestinos":



E por fim "corrigiu" os erros noticiando que "4 israelenses e 2 palestinos [foram] mortos em ataque a sinagoga":



Mas o pior ainda estava por vir. Ashleigh Banfield, uma apresentadora da CNN, afirmou que como o serviço militar em Israel é obrigatório, então qualquer israelense pode ser considerado um alvo legítimo. Doentio. 


http://therightscoop.com/disgusting-cnn-host-defends-palestinian-argument-that-all-israelis-can-be-targeted/

sábado, 30 de agosto de 2014

Revelando a identidade dos "civis" mortos em Gaza


Todos esses mortos foram classificados como civis pela imprensa e por organizações de direitos humanos: 
Ibrahim Ahmed al-Hashash/ إبراهيم أحمد الحشاش , Mohammed Ahmed al-Hashash/ محمد أحمد الحشاش , Mas'oud Ahmed al-Hashash/ مسعود أحمد الحشاش , Said Ahmed al-Hashash/ سعيد أحمد الحشاش e Mohammed Mousa al-Hashash/ محمد موسى الحشاش
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/familia-terrorista-e-morta-em-operacao.html

Mahmoud Abdul Nasser Bahar/ محمود عبد الناصر بهار
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-mostra-outro.html

Abdel Rahman Jamal al-Zamli/ عبد الرحمن جمال الزاملي
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/humanizando-terroristas-abdel-rahman.html 

Ibrahim Jamal Nasser/ ابراهيم جمال ناصر , Rushdy Nasser/ رشدي ناصر , Mohammed Mostafa Salhiyya/ محمد مصطفى صالحية , Wasseem Reda Salhiyya/ وسيم رضا صالحية , Mohammed Reda Salhiyya/ محمد رضا صالحية , Mohammed Awad Nasser/ محمد عواد ناصر , Mohammed al Surry/ محمد ساري e Mustafa Reda Salhiyya مصطفى رضا صالحية
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/9-terroristas-mortos-entre-eles-3.html

Ahmed Abdel Hakim al-Astal/ احمد عبد الحكيم الاسطل e Mahmoud Zaki al-Laham/ محمود زكي اللحام
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-al-mezan-center.html
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/al-jazira-e-international-middle-east.html

Ibrahim Mohammed al-Masharawi/ ابراهيم المشهراوي
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-diz-que.html

Ibrahim Jamal Kamal Nasser/ ابراهيم جمال ناصر e Mohammed Salhiya/ محمد مصطفى صالحية
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/organizacoes-de-direitos-humanos-listam.html

Amjad Zaher Hamdan/ أمجد زاهر حمدان
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/07/ong-de-direitos-humanos-afirma-que.html

Mohammed Khalil al-Buraim/ محمد خليل سمور البريم
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/07/ongs-de-direitos-humanos-afirmam-que.html

domingo, 27 de julho de 2014

"Israel comete crimes de guerra quando bombardeia Gaza"

Retirado do blog PALESTINA LIVRE

Ibrahim Khreisheh, o representante palestino no Conselho de Direitos Humanos da ONU, explica porque Israel não comete nenhum crime quando ataca Gaza -- mesmo quando civis morrem -- e porque os palestinos não recorrem ao Tribunal Penal Internacional: porque são eles que cometem crimes de guerra quando atacam Israel. 

No fim da entrevista ele ainda oferece um conselho muito útil a todos que discutem o conflito: "As pessoas precisam se instruir mais antes de falar de forma emocional."

Programa apresentado no dia 9 de julho de 2014, no canal oficial da Autoridade Palestina




Apresentadora: A demanda popular é recorrer ao Tribunal Penal Internacional e assinar o Estatuto de Roma. E demandam que isso seja feito imediatamente. Até que ponto isso é realista? 
Você é nosso representante em todas os organizações internacionais... que tipo de vantagem teríamos nesse caso? E será que poderíamos ser indiciados?

Ibrahim Khreisheh: Eu não sou candidato em nenhuma eleição palestina, então eu não preciso ganhar popularidade com a população.
Os mísseis que estão sendo lançados agora contra Israel... cada um deles constitui um crime contra a humanidade -- não importa se acertam ou erram -- porque são disparados em direção a alvos civis.

Portanto, alvejar civis -- seja um ou mil deles -- é considerado um crime contra a humanidade. 

Apresentadora: E é por isso que Israel recorreu a um ataque contra Gaza...

Ibrahim Khreisheh: Apelar ao Tribunal Penal Internacional requer um consenso, por escrito, de todas as facções palestinas.
Então, quando um palestino for morto por seu envolvimento na morte de um civil israelense, não seremos culpados por extraditá-lo.

Por favor, observe que muitos do nosso povo em Gaza apareceram na TV e disseram que o exército israelense os avisou para evacuar suas residências antes dos bombardeios.
Nesse caso, se alguém for morto, a lei considera isso um erro e não uma morte intencional, porque os israelenses seguiram os procedimentos legais.

Quanto aos mísseis lançados pelo nosso lado... nós nunca avisamos onde eles vão cair ou sobre as operações [militares] que realizamos.

Portanto, as pessoas precisam se instruir mais antes de falar de forma emocional sobre apelar ao Tribunal Penal Internacional.