quarta-feira, 8 de abril de 2015

Imprensa controlada pelos "sionistas": O Globo e Jornal do Brasil defendem Obama e seu acordo com Irã e atacam Netanyahu enquanto até a imprensa árabe faz o oposto





Palestina Livre

O jornal O Globo traz em sua edição do dia 3 de abril de 2015 uma chamada de capa sobre o programa nuclear iraniano. O jornal, repetindo as afirmações de Obama e da Casa Branca, classifica o acordo como uma "vitória da diplomacia" e como o "primeiro passo para a paz". 

O tom é o oposto do que se vê na imprensa árabe, que afirma que o acordo é apenas um apaziguamento e que permitirá que o Irã obtenha armamento nuclear. E tudo isso por causa da busca de Obama por glória e por um legado.  

Salah al-Mukhtar, Agência de Notícias Amnon / صلاح المختار، وكالة عمون الاخبارية

"Este é um acordo perigoso ... [ele] fornece ao Irã o que ele mais necessita para prosseguir com suas guerras e expansionismo contra os árabes: dinheiro"  
(أيها العرب عدوتكم اسرائيل الشرقية "ايران") 
 Hassan al-Barari, jornal al-Sharq / حسن البراري، صحيفة الشرق
"O Irã tem tentado intervir no Iraque, Líbano e Síria, e está vendo que não está pagando por isso ... Há também em Teerã um sentimento de que os EUA estão evitando um confronto militar com os iranianos."
(لدرء الخطر الأكبر) 

Os árabes, especialmente os que vivem no Golfo, consideram o acordo como um sinal de "fraqueza" do EUA e como uma luz verde para que o Irã prossiga com o seu regime "expansionista" no mundo árabe.

"Alguns países árabes se opõem ao acordo nuclear porque ele representa uma ameaça aos seus interesses", disse o jornal egípcio Al-Wafd, em um artigo intitulado "Acordo de Obama com o Irã ameaça mundo árabe."  (سياسيون: اتفاق أوباما مع إيران يهدد العالم العربي)

O jornal citou Hani al-Jamal, um pesquisador político egípcio, dizendo que o acordo significa que a comunidade internacional aceitou o Irã como uma potência nuclear. Ele previu que o acordo irá colocar o Irã e alguns países árabes, como Arábia Saudita e o Egito, em rota de colisão.

Jihad Odeh, um professor egípcio de ciência política, disse que as "realizações de Obama são projetadas para desmantelar o mundo árabe. Obama quer conquistar realizações históricas antes do fim de seu mandato, destruindo a al-Qaeda, buscando uma aproximação com Cuba e conseguindo um acordo nuclear com o Irã."

أن أوباما يريد أن يحقق إنجازات يسردها له التاريخ قبل انتهاء مدة ولايته الرئاسية عام 2016 عن طريق القضاء على القاعدة والتقارب مع كوبا والوصول الى اتفاق بخصوص النووى الإيرانى, مؤكداً أن إنجازات أوباما تهدف إلى تفكيك العالم العربى .

Ecoando o medo generalizado entre os árabes quanto as ambições territoriais do Irã no Oriente Médio, o analista político Hassan al-Barari escreveu no jornal al-Sharq, do Qatar, contra a política de apaziguamento e de busca de glória pessoal conduzida por Barack Obama:
"O Irã tem tentado intervir no Iraque, Líbano e Síria e está vendo que não está pagando qualquer preço -- pelo contrário, há tentativas por parte das grandes potências de alcançar entendimentos com o Irã. Há também um sentimento em Teerã de que os EUA estão tentando evitar um confronto militar com os iranianos e seus aliados. Os países do Golfo aprenderam com as lições do passado em diversas áreas. A política de apaziguamento só trouxe mais guerras. Qualquer tipo de apaziguamento com o Irã só vai levá-lo a pedir mais e, provavelmente, se intrometer nos assuntos internos dos países árabes e aumentar a sua arrogância."
إيران بدورها جربت التدخل في العراق ولبنان وسوريا وهي ترى أنها لا تدفع ثمنا لذلك، بل على العكس هناك محاولات من قبل القوى الكبرى في العالم للتفاهم مع إيران.. كما أن هناك انطباعا لدى إيران يفيد بأن الولايات المتحدة تتجنب مواجهة عسكرية مع قواتها أو حتى الفصائل التي تحظى بالدعم الإيراني، وإذا كان الأمر هكذا فالأمر – وفقا للإيرانيين – سينطبق على اليمن!

ويبدو أن دول الخليج تعلمت من دروس التاريخ في مناطق مختلفة، فسياسة الاسترضاء لم تجلب يوما من الأيام إلا الحروب، وثبت للقاصي والداني أن أي نوع من الاسترضاء مع إيران سيقود الأخيرة لطلب المزيد وربما حتى التدخل في شؤون الدول العربية وممارسة الغطرسة  

Salah al-Mukhtar, um colunista jordaniano, escreveu um artigo intitulado "Oh árabes, acordem! Seu inimigo é o Irã", no qual ele acusa os EUA de facilitar as guerras de Teerã contra os países árabes.

Descrevendo o Irã como "Israel oriental", al-Mukhtar diz que o aspecto mais perigoso do acordo é que ele permite que o Irã continue com suas "guerras destrutivas" contra os árabes. "Este é um acordo perigoso, principalmente para Arábia Saudita e para as forças de oposição no Iraque e na Síria", o colunista jordaniano advertiu. 

"Este acordo oferece ao Irã o que ele necessita para prosseguir com suas guerras e expansionismo contra os árabes: dinheiro. Acabar com as sanções é a maneira que a América tem para apoiar as guerras perigosas e diretas contra os árabes, o término das sanções também fornece aos iranianos os fundos necessários para alavancar seu avanço persa. Os EUA querem drenar a Arábia Saudita e os Estados Árabes do Golfo, em uma preparação para dividi-los."

O jornal libanês Daily Star, em um editorial intitulado "Um acordo ou legado?",  tambémexpressou ceticismo em relação ao acordo nuclear: 
"Como toda essa conversa de que este acordo vai contribuir para tornar o mundo mais seguro... se Obama está realmente preocupado com seu legado, especialmente no Oriente Médio, ele deve agora trabalhar com o Irã e incentivá-lo a se tornar, mais uma vez, um membro normal da comunidade internacional, e não um país que patrocina conflitos, seja diretamente ou através de seus aliados, em toda a região. Caso contrário, este acordo só deixaria o Irã maisencorajado em seu projeto expansionista".

Já Maryam Rajavi, a presidente do Conselho Nacional da Resistência iraniano, foi ainda mais clara, e afirmou que:
A declaração de generalidades, sem a assinatura e aprovação oficial do líder espiritual [aiatolá] Khamenei, não bloqueia o caminho de Teerã rumo a uma bomba nuclear, nem impede as suas fraudes. 
Continuar as conversações com o fascismo religioso no Irã - como parte de uma política de apaziguamento - não vai proteger a região e mundo da ameaça da proliferação nuclear. 
Obedecer as resoluções do Conselho de Segurança da ONU é a única maneira de bloquear os mulás [líderes religiosos] de obter armas nucleares. 
Leniência e concessões injustificadas por parte do P5 + 1 para o regime menos confiável do mundo só concede mais tempo e agrava ainda mais os perigos que ele representa para o povo iraniano, para a região e para o resto do mundo

quarta-feira, 18 de março de 2015

Jornal Nacional usa "carnaval" judaico como pretexto para mostrar Israel como uma sociedade violenta e belicosa; omite que árabes estão dando treinamento militar com armas de verdade para milhares de suas crianças

por Palestina Livre

A matéria exibida no dia 07/03/2015 usa uma festividade judaica como pano de fundo para focar em armas de brinquedo nas mãos de crianças israelenses. Isso acontece menos de um mês depois que diversos órgãos de imprensa árabe noticiaram que o Hamas estava recrutando crianças em mesquitas -- fato totalmente ignorado pelo jornal. As crianças árabes estão recebendo treinamento militar com armas reais.



Fontes:

Agence France-Presse: Os meninos soldados da Jihad Islâmica

Hamas faz vídeo para promover o recrutamento militar de crianças e treina milhares delas como soldados

Imprensa árabe: Hamas está recrutando crianças em mesquitas para lutar contra Israel

Diretor de escola da ONU em Gaza posta foto de crianças armadas e imagem louvando terroristas que mataram inocentes rezando em sinagoga

Jornal saudita defende primeiro-ministro de Israel e ataca Obama por permitir fabricação de bomba atômica pelo Irã

por Palestina Livre

A Arábia Saudita, que é um estado majoritariamente sunita, teme por sua segurança caso o Irã xiita consiga obter armamento nuclear. A monarquia do país tem se mostrado extremamente contrariada [1] [2] com a forma como a administração Obama vem negociando com o Irã -- e, de facto, permitindo que o estado islâmico xiita produza uma bomba atômica.

Hoje, o jornal saudita al-Jazira (que não tem nenhuma relação com o canal de TV do Qatar) publicou um artigo fazendo o que nenhum jornal árabe costuma fazer: defendendo o primeiro-ministro de Israel. O artigo ainda critica Obama de forma virulenta, chegando a chamá-lo de "um dos piores presidentes dos EUA" e acusando-o de apoiar o terrorismo islâmico.

Em um estado onde o ódio aos judeus [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] e a Israel é institucionalizado, e onde a imprensa é tão firmemente regulada e controlada, é impossível não acreditar que esta seja a posição oficial do governo do país.

Trechos do artigo escrito por Ahmed Alfaraj, publicado originalmente no jornal saudita al-Jazira:
"Em um ato sem precedentes na história política dos Estados Unidos, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, recebeu um convite do presidente da Câmara dos Representantes, o republicano John Boehner, para discursar para ambas as casas do Congresso [...] Netanyahu vai discursar para expressar sua forte objeção a assinatura de um acordo entre a administração Obama e o Irã em relação a questão nuclear. Ele espera convencer os membros do Congresso de que está certo, o que pode atrasar o acordo.
"O presidente Obama e seu governo estão nitidamente furiosos. Não porque Netanyahu está intervindo em uma questão importante, a qual Obama espera que lhe traga glória pessoal, mas porque o presidente da Câmara [John Boehner] não consultou Obama antes de convidar Netanyahu, e Obama considera esta uma quebra do protocolo estabelecido. (fato desmentido pelo jornal pro-Obama New York Times)
"Esta tensão sem precedentes entre a administração Obama e Netanyahu é outra em uma longa série de episódios tensos e hostis entre Obama e Netanyahu. Mas a tensão nunca antes atingiu este nível, como refletido nas declarações da Conselheira de Segurança Nacional, Susan Rice, que disse que a conduta de Netanyahu foi inaceitável e até mesmo destrutiva... 
"A administração Obama não achou suficiente condenar a visita de Netanyahu. Obama anunciou que ele não vai se encontrar com Netanyahu, alegando que ele não se reune com líderes de estado pouco tempo antes da realização de eleições em seus países de origem, [embora] a eleição em Israel acontecerá semanas após a visita!! (Nota: Obama se encontrou como Angela Merkel e com David Cameron antes de eleições na Alemanha e na Grã Bretanha.) Da mesma forma, o vice-presidente americano Joseph Biden, cuja presença no discurso de Netanyahu no Congresso é esperada em virtude de seu papel constitucional como presidente do Senado, anunciou que estaria em uma viagem ao exterior [no dia do discurso de] Netanyahu!! O Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, também disse que estaria na Suíça em reunião com os iranianos sobre a questão nuclear e, portanto, não seria capaz de assistir o discurso de Netanyahu!! O que irrita o governo Obama ainda mais é que Netanyahu recusou um pedido oficial feito por vários congressistas democratas para se encontrar com eles durante a [sua] visita!! 
"Vou terminar dizendo o seguinte: já que Obama é o padrinho das revoluções pré-fabricadas no mundo árabe, e uma vez que ele é aliado do Islã político, [que é] a mãe de [todas as] organizações terroristas, e já que ele está trabalhando para assinar um acordo com o Irã que virá às custas dos aliados de longa data dos EUA no Golfo, estou muito contente com a posição firme de Netanyahu e [com sua decisão] de falar contra o acordo nuclear no Congresso americano, apesar da raiva e da fúria do governo Obama. Eu acredito que a conduta de Netanyahu irá servir aos nossos interesses e ao povo do Golfo muito mais do que o comportamento insensato de um dos piores presidentes americanos. Você concorda comigo?"

terça-feira, 17 de março de 2015

A Globo e as eleições em Israel

"Rodrigo Alvarez faz uma cobertura radicalmente ideológica e absurda sobre as eleições em Israel, agindo como se estivesse numa assembléia estudantil. A Rede Globo faz um desserviço inaceitável ao Brasil deixando que este militante seja o porta-voz do que acontece no Oriente Médio e, especialmente, em Israel. Veja a "reportagem" http://glo.bo/1MIQuXE

No Bom Dia Brasil, Rodrigo Alvarez repetiu todos os argumentos da esquerda mais boçal sobre o que acontece no único país democrático e livre da região, torcendo escancaradamente contra o maior líder do chamado mundo livre e a favor do candidato "não sionista". O sionismo, termo usado pelos antissemitas para fingir que não são antissemitas, é o movimento que ajudou a criar Israel e qualquer um que defende a existência de Israel é sionista por definição.

Para o repórter-militante, Benjamin Netanyahu está "apelando para a direita" e "comprometendo a sua credibilidade" ao fazer uma campanha em que prometeria não dar um estado para os palestinos. Isso é simplesmente mentira.

Os israelenses "de direita" apoiariam com prazer um estado palestino se isso não fosse mais um passo para a destruição do próprio país. Não deixe de ver este pequeno vídeo legendado que resume muito bem a questão: https://youtu.be/7zsLAXc8ieE

Para conhecer melhor Benjamin Netanyahu, assista o video de @[155840847453:274:Bill Whittle] também legendado pelo Marcelo de Paulos: http://youtu.be/xe4sHxKatNU

Para entender a legitimidade do estado de Israel, o que gente como Rodrigo Alvarez parece ter problemas em compreender, veja esse outro vídeo (em inglês): https://youtu.be/12KJa4a0d64

A melhor explicação sobre a origem do antissemitismo que eu já vi foi dada pela Caroline Glick nesse curto vídeo legendado pelo Marcelo de Paulos: https://youtu.be/H05nF4TR1GA

Sobre os assentamentos israelenses, bodes expiatórios comuns quando o assunto é a questão palestina, vejam esse outro pequeno vídeo (em inglês) https://youtu.be/dhbCtAz_BQc

Sobre o tratamento absurdo que a ONU dá a Israel, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/2tYdL-jiBQE

Para entender porque o Irã não deve nunca, de forma alguma, ter uma bomba nuclear, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/dYxEpS5M8Tk

É uma eleição dura para Benjamin Netanyahu e dela depende muito do futuro da região e do mundo. Barack Obama na Casa Branca já é problema suficiente, que ao menos Israel possa continuar caminhando na direção certa."

Rodrigo Alvarez faz uma cobertura radicalmente ideológica e absurda sobre as eleições em Israel, agindo como se estivesse numa assembléia estudantil. A Rede Globo faz um desserviço inaceitável ao Brasil deixando que este militante seja o porta-voz do que acontece no Oriente Médio e, especialmente, em Israel. Veja a "reportagem"http://glo.bo/1MIQuXE

No Bom Dia Brasil, Rodrigo Alvarez repetiu todos os argumentos da esquerda mais boçal sobre o que acontece no único país democrático e livre da região, torcendo escancaradamente contra o maior líder do chamado mundo livre e a favor do candidato "não sionista". O sionismo, termo usado pelos antissemitas para fingir que não são antissemitas, é o movimento que ajudou a criar Israel e qualquer um que defende a existência de Israel é sionista por definição.

Para o repórter-militante, Benjamin Netanyahu está "apelando para a direita" e "comprometendo a sua credibilidade" ao fazer uma campanha em que prometeria não dar um estado para os palestinos. Isso é simplesmente mentira.

Os israelenses "de direita" apoiariam com prazer um estado palestino se isso não fosse mais um passo para a destruição do próprio país. Não deixe de ver este pequeno vídeo legendado que resume muito bem a questão: https://youtu.be/7zsLAXc8ieE

Para conhecer melhor Benjamin Netanyahu, assista o video de Bill Whittle também legendado pelo Marcelo de Paulos: http://youtu.be/xe4sHxKatNU

Para entender a legitimidade do estado de Israel, o que gente como Rodrigo Alvarez parece ter problemas em compreender, veja esse outro vídeo (em inglês): https://youtu.be/12KJa4a0d64

A melhor explicação sobre a origem do antissemitismo que eu já vi foi dada pela Caroline Glick nesse curto vídeo legendado pelo Marcelo de Paulos: https://youtu.be/H05nF4TR1GA

Sobre os assentamentos israelenses, bodes expiatórios comuns quando o assunto é a questão palestina, vejam esse outro pequeno vídeo (em inglês)https://youtu.be/dhbCtAz_BQc

Sobre o tratamento absurdo que a ONU dá a Israel, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/2tYdL-jiBQE

Para entender porque o Irã não deve nunca, de forma alguma, ter uma bomba nuclear, veja este vídeo (em inglês) https://youtu.be/dYxEpS5M8Tk

É uma eleição dura para Benjamin Netanyahu e dela depende muito do futuro da região e do mundo. Barack Obama na Casa Branca já é problema suficiente, que ao menos Israel possa continuar caminhando na direção certa.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Veja, France-Presse, Miss Mundo e o mau jornalismo

Selfie de Miss Israel com Miss Líbano vira 'incidente diplomático'
O concurso de Miss Universo ganhou tintas geopolíticas e teve um pequeno 'incidente diplomático' após um episódio prosaico neste domingo envolvendo uma selfie. A Miss Israel se intrometeu na foto da Miss Líbano, despertando a indignação da libanesa. 
"Desde que cheguei [em Miami, onde acontece a competição], tenho sido extremadamente cuidadosa para não aparecer em fotos nem me comunicar com a Miss Israel", contou Saly Greige, Miss Líbano, em sua página do Facebook.
Saly explicou que, no momento em que posava com a Miss Japão e com a Miss Eslovênia, Doron Matalon, a Miss Israel, se aproximou e tirou uma fotografia com a sua câmara, postando-a imediatamente na rede social Instagram. A selfie foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais, dividindo os internautas libaneses a favor e contra a jovem.
A candidata israelense respondeu neste domingo no Facebook: "Não me surpreende [a reação negativa dos internautas], mas me entristece. Que pena que não podemos deixar as hostilidades de lado", escreveu. 
Os dois países estão tecnicamente em guerra desde o último conflito de 2006 entre o movimento libanês Hezbollah e Israel. A região das Colinas de Golã, ao norte de Israel e ao sul do Líbano, são palco de frequentes hostilidades entre os dois países e, por causa disso, abrigam um frota permanente de soldados da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) para ajudar na manutenção da paz. 
(Com agência France-Presse) 

O que realmente aconteceu:

A Miss Israel e a Miss Líbano (que é maronita) estavam mantendo boas relações e convivendo sem problemas, mas assim que Doron Matalon, de Israel, postou em redes sociais a foto que ambas tiraram juntas, os árabes - e não só os libaneses - como pode ser visto em seu instagram, começaram a hostiliza-la e a exigir que ela perdesse o título de Miss Líbano. Para acalmar os ânimos, a Saly Greige foi forçada a repudiar a foto que, obviamente, foi tirada de caso pensado. Uma libanesa de hijab, atacando sua compatriota, chegou a perguntar em seu instagram se a Miss Israel a "forçou a sorrir".

O mesmo aconteceu com a Miss Egito, que posou amistosamente com a Miss Israel:





Mas já foi dito que a representante do Egito, Lara Debanna, teria sido instruída por "gente importante" a manter distância da miss israelense, e para evitar ser fotografada com ela sob qualquer circunstância.

Infelizmente, o site da Veja preferiu o caminho fácil, simplesmente traduzindo uma matéria da questionável Agence France-Presse em vez de fazer uma rápida investigação por conta própria e noticiar o fato corretamente. Assim, a Veja acabou ignorando o verdadeiro motivo de toda essa "crise" - como os árabes odeiam visceralmente qualquer israelense e não conseguem nem mesmo tolerar a idéia de que qualquer outro árabe possa manter boas relações com eles. A Veja transformou o assunto em uma picuinha entre modelos causada por uma israelense intrometida...

Sobre a questionável Agence France-Presse:

Pichação em centro cultural francês em Gaza: "Deus os amaldiçoe, adoradores da cruz"; Agence Frace-Presse noticia o caso mas omite deliberadamente o ataque a cristãos

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A CNN é pro-Israel?

Na manhã de hoje, dois terroristas árabes invadiram uma sinagoga com uma faca e com uma pistola e mataram 4 pessoas enquanto elas rezavam. Eles acabaram mortos depois de ainda trocar tiros com a polícia (ferindo gravemente um policial árabe druso).

Eis aqui como a CNN noticiou o ocorrido:



Primeiro o canal americano falou em "ataque a uma mesquita"




Depois colocou em sua chamada que a "polícia atirou e matou 2 palestinos":



E por fim "corrigiu" os erros noticiando que "4 israelenses e 2 palestinos [foram] mortos em ataque a sinagoga":



Mas o pior ainda estava por vir. Ashleigh Banfield, uma apresentadora da CNN, afirmou que como o serviço militar em Israel é obrigatório, então qualquer israelense pode ser considerado um alvo legítimo. Doentio. 


http://therightscoop.com/disgusting-cnn-host-defends-palestinian-argument-that-all-israelis-can-be-targeted/

sábado, 30 de agosto de 2014

Revelando a identidade dos "civis" mortos em Gaza


Todos esses mortos foram classificados como civis pela imprensa e por organizações de direitos humanos: 
Ibrahim Ahmed al-Hashash/ إبراهيم أحمد الحشاش , Mohammed Ahmed al-Hashash/ محمد أحمد الحشاش , Mas'oud Ahmed al-Hashash/ مسعود أحمد الحشاش , Said Ahmed al-Hashash/ سعيد أحمد الحشاش e Mohammed Mousa al-Hashash/ محمد موسى الحشاش
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/familia-terrorista-e-morta-em-operacao.html

Mahmoud Abdul Nasser Bahar/ محمود عبد الناصر بهار
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-mostra-outro.html

Abdel Rahman Jamal al-Zamli/ عبد الرحمن جمال الزاملي
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/humanizando-terroristas-abdel-rahman.html 

Ibrahim Jamal Nasser/ ابراهيم جمال ناصر , Rushdy Nasser/ رشدي ناصر , Mohammed Mostafa Salhiyya/ محمد مصطفى صالحية , Wasseem Reda Salhiyya/ وسيم رضا صالحية , Mohammed Reda Salhiyya/ محمد رضا صالحية , Mohammed Awad Nasser/ محمد عواد ناصر , Mohammed al Surry/ محمد ساري e Mustafa Reda Salhiyya مصطفى رضا صالحية
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/9-terroristas-mortos-entre-eles-3.html

Ahmed Abdel Hakim al-Astal/ احمد عبد الحكيم الاسطل e Mahmoud Zaki al-Laham/ محمود زكي اللحام
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-al-mezan-center.html
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/al-jazira-e-international-middle-east.html

Ibrahim Mohammed al-Masharawi/ ابراهيم المشهراوي
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/ong-de-direitos-humanos-diz-que.html

Ibrahim Jamal Kamal Nasser/ ابراهيم جمال ناصر e Mohammed Salhiya/ محمد مصطفى صالحية
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/08/organizacoes-de-direitos-humanos-listam.html

Amjad Zaher Hamdan/ أمجد زاهر حمدان
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/07/ong-de-direitos-humanos-afirma-que.html

Mohammed Khalil al-Buraim/ محمد خليل سمور البريم
http://palestinalivree.blogspot.com.br/2014/07/ongs-de-direitos-humanos-afirmam-que.html